José Dirceu responde às denúncias da revista Época
José Dirceu responde às denúncias da revista Época
José Dirceu responde às denúncias da revista Época
Em resposta às denúncias publicadas no site da revista Época e também em sua edição antecipada desta sexta-feira (8), o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, publicou uma nota em seu blog na qual desmente qualquer envolvimento com o uso dos cartões corporativos na época em que estava no governo, como afirma a revista.
Com o título "Até onde vai a irresponsabilidade da mídia?", o post de Dirceu declara que os fatos publicados pela Época são "inverídicos" e que a reportagem, "baseada em um relatório que teria ' vazado ' do Tribunal de Contas da União envolve, de forma irresponsável, meu nome em matéria sobre o uso de cartões corporativos". Dirceu afirma ainda que, no Brasil, a mídia assumiu o papel de juiz e, portanto, faz uso do blog para se defender e "tornar a verdade dos fatos pública".
O ex-ministro publica, também, a nota que enviou à redação da revista Época na última quinta-feira (7), afirmando que "nada tenho a ver com isso [com o uso de cartões corporativos para o aluguel de dois carros blindados para transportá-lo durante dois dias do mês de abril de 2004]".
Ainda assim, afirma que é a Secretaria de Administração da Presidência da República que faz todos os procedimentos administrativos."Informo, ainda, que como ministro-chefe da Casa Civil nunca utilizei cartão corporativo".
Apesar disso, José Dirceu delcara que "o uso de veículos pelos ministros é autorizado e regulamentado por lei" e que apóia toda e qualquer investigação sobre este e outros casos. No entanto, não vê "qualquer envolvimento meu como ministro com a irregularidade fiscal apurada pelo TCU e nem com o aluguel dos carros- insisto, uma atribuição da Secretaria de Administração da Presidência da República".
No fim da nota, Dirceu critica a publicação da Editora Globo e seu posicionamento frente à apuração dos fatos. "Lamento profundamente que a revista Época envolva meu nome em seu site dessa forma, sem ter me ouvido, ou sequer me procurado".
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