José de Abreu ataca Sandro Vaia após sua morte e gera polêmica nas redes sociais

Na última segunda-feira (4/4), o ator José de Abreu, partidário do PT, gerou polêmica e virou alvo de críticas ao usar seu perfil no Twitterpara atacar o jornalista , de posição contrária à legenda, após a morte dele, em decorrência de uma cirurgia para desentupir as vias bilares.

Atualizado em 06/04/2016 às 09:04, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Divulgação/Reprodução Ator deixou o microblog após reações por seu comentário sobre Sandro Vaia
“Vaia morreu de entupimento das veias biliares! A vida vale o ódio? Ou o ódio vale mais que a vida? Para mim, não”, escreveu. Depois da repercussão negativa da mensagem, José de Abreu deletou sua página na rede social.
A viúva do jornalista, , criticou o comentário do artista. "Quando vi essa postagem no Twitter (de Abreu) resolvi ignorar, porque esse verme desprezível não mereceria uma só palavra de quem sempre trilhou pela estrada do bem, como fez o Sandro Vaia ao longo dos seus 72 anos de vida. E essa lição ele nos deixou. A de não nos deixar abalarmos por vitupérios saídos de bocas e mentes sujas de tipos como esse", disse em seu Facebook.
A filha de Vaia, Giuliana, escreveu uma para o ator. "Sabe, nem to pedindo pra respeitar a memória do meu pai, porque sei que você não alcançaria tamanha iluminação, mas seria polido da sua parte respeitar o luto da família ao menos. Embora você se auto intitule comediante não é legal sair fazendo 'piada' com sentimentos tão doloridos nesse momento delicado pelo qual estão passando os familiares de seu desafeto", diz um trecho do texto.
Segundo a VejaSP , esta não é a primeira vez que Abreu apaga seu perfil na rede social. Em agosto do ano passado, depois de protagonizar uma campanha do PT defendendo a presidente Dilma Rousseff, ele argumentou que queria evitar discussões com os internautas, mas acabou retornando ao microblog.
Sandro Vaia, ex-diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo , morreu no último sábado (2/4). Ele estava internado no Hospital 9 de Julho desde o início de março, quando foi submetido a uma cirurgia gástrica.
O jornalista dirigiu o Estadão de 2000 a 2006. Antes, já havia atuado como editor do Jornal da Tarde , da revista Afinal e como diretor da Agência Estado. Escreveu o livro "A ilha roubada - Yoani, a blogueira que abalou Cuba".