Jornalistas venezuelanos protestam contra escassez de papel-jornal no País
Na última terça-feira (28/1), aproximadamente 200 jornalistas protestaram em Caracas, na Venezuela, contra a falta de divisas para a compra de papel-jornal no país, informou a imprensa local.
Atualizado em 29/01/2014 às 10:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O adiamento no repasse de dólares para a importação estão abalando as empresas jornalísticas.
Crédito:Reprodução Jornalistas se manifestaram sobre falta de papel para jornais na Venezuela
De acordo com o Valor Econômico , a ONG Espacio Público comunicou que nove periódicos do interior da Venezuela deixaram de circular pela falta do produto. Outros diários reduziram drasticamente sua tiragem.
Um dos maiores jornais do país, o El Universal , disse que possui estoques de papel para circular até o dia 14 do próximo mês. O periódico oposicionista menciona informações da Espacio Público para explicar que a crise alcança até o governista Correo del Orinoco , que teria papel suficiente para continuar as impressões até 24 de fevereiro. Outras sete publicações do país estão em situação parecida.
Jorge Roig, presidente da Fedecámaras, maior órgão empresarial venezuelano, disse que os atrasos em repasses de divisas do governo ao setor privado já transcendem os US$ 10 bilhões. De acordo com ele, há relatos de atrasos de praticamente um ano.
Crédito:Reprodução Jornalistas se manifestaram sobre falta de papel para jornais na Venezuela
De acordo com o Valor Econômico , a ONG Espacio Público comunicou que nove periódicos do interior da Venezuela deixaram de circular pela falta do produto. Outros diários reduziram drasticamente sua tiragem.
Um dos maiores jornais do país, o El Universal , disse que possui estoques de papel para circular até o dia 14 do próximo mês. O periódico oposicionista menciona informações da Espacio Público para explicar que a crise alcança até o governista Correo del Orinoco , que teria papel suficiente para continuar as impressões até 24 de fevereiro. Outras sete publicações do país estão em situação parecida.
Jorge Roig, presidente da Fedecámaras, maior órgão empresarial venezuelano, disse que os atrasos em repasses de divisas do governo ao setor privado já transcendem os US$ 10 bilhões. De acordo com ele, há relatos de atrasos de praticamente um ano.





