Jornalistas são agredidos durante protestos no Equador
Jornalistas de diferentes veículos foram agredidos ontem durante os protestos contra o fim do subsídio ao diesel e à gasolina, que elevaram o preço dos combustíveis em até 123%.
Atualizado em 04/10/2019 às 08:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Vídeos com as agressões foram publicados nas redes sociais. Em um deles, policiais munidos de capacetes, botas e escudos agridem fotógrafo Julio Estrella, do jornal El Comercio, mesmo após ele ter caído no chão.
Crédito:Reprodução Diego Pallero, também fotógrafo de El Comercio, e Roberto Rueda, repórter do Expreso, foram agredidos durante a cobertura das marchas no centro de Quito.
O cinegrafista Freddy Toapanta, do canal Teleamazonas, foi atingido por um taxista durante uma transmissão ao vivo em Quito.
Ainda na capital do país, a agência de notícias API informou que policiais agrediram um de seus repórteres
O presidente do Equador, Lenín Moreno, decretou estado de exceção em todo o país em meio a protestos contra um aumento de 123% no preço da gasolina.
Ao menos 19 pessoas foram presas. Há bloqueio de estradas em Quito e Guayaquil, as duas principais cidades do país.





