Jornalistas presos durante protestos de Ferguson processam polícia local
Quatro profissionais, dos cerca de dez que chegaram a ser presos, entraram na Justiça contra 20 agentes da polícia.
Atualizado em 02/04/2015 às 19:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Quatro dos cerca de dez jornalistas presos durante os protestos de Ferguson, nos EUA, em 2014, entraram com um processo contra a polícia local. Os profissionais afirmam que foram detidos sem justificativa e que tiveram seus direitos civis violados.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalistas foram detidos durante cobertura de protestos em Ferguson em 2014
Segundo a AP, o processo é movido por Ryan Devereaux, repórter do site The Intercept; Ansgar Graw, correspondente do jornal alemão Die Welt ; e os freelancers Frank Herrmann e Lukas Hermsmeier. Nos autos, eles se identificam como cidadãos americanos e não como profissionais da imprensa.
De acordo com o advogado do grupo, o processo foi apresentado na última segunda-feira (30/3) e acusa a polícia local de tentar "obstruir, frear, dissuadir e agredir a parte querelante por exercer o direito constitucional à liberdade de expressão, noticiar e registrar atividade policial".
Peter Krane, porta-voz da polícia de Ferguson, disse que o departamento ainda não recebeu uma notificação oficial e, enquanto isso não acontecer, não comentará o assunto.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalistas foram detidos durante cobertura de protestos em Ferguson em 2014
Segundo a AP, o processo é movido por Ryan Devereaux, repórter do site The Intercept; Ansgar Graw, correspondente do jornal alemão Die Welt ; e os freelancers Frank Herrmann e Lukas Hermsmeier. Nos autos, eles se identificam como cidadãos americanos e não como profissionais da imprensa.
De acordo com o advogado do grupo, o processo foi apresentado na última segunda-feira (30/3) e acusa a polícia local de tentar "obstruir, frear, dissuadir e agredir a parte querelante por exercer o direito constitucional à liberdade de expressão, noticiar e registrar atividade policial".
Peter Krane, porta-voz da polícia de Ferguson, disse que o departamento ainda não recebeu uma notificação oficial e, enquanto isso não acontecer, não comentará o assunto.





