Jornalistas obtêm liberdade por posse ilegal de arma, mas seguem presos por extorsão
Os jornalistas Antônio Carlos Milas de Oliveira e Max Feitosa Milas, pai e filho donos do Jornal Centro-Oeste Popular, presos pela Polícia F
Atualizado em 18/03/2016 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os jornalistas Antônio Carlos Milas de Oliveira e Max Feitosa Milas, pai e filho donos do Jornal Centro-Oeste Popular , presos pela Polícia Federal acusados de extorsão contra políticos e empresários, conseguiram liberdade provisória pelas prisões por posse irregular de arma de fogo de uso permitido. Apesar do benefício, ambos continuam presos por suspeitas de .
Crédito:reprodução As detenções ocorreram na operação “Liberdade de Extorsão”, desencadeada para prender cinco jornalistas De acordo com o portal Mídia News, as detenções ocorreram na operação “Liberdade de Extorsão”, desencadeada para prender cinco jornalistas. No dia da ação, Antônio Carlos e Max Milas foram flagrados com armas, o que gerou a prisão em flagrante. Na última quarta-feira (16/3), os dois participaram de uma audiência de custódia para tratar apenas da posse dos armamentos.
A dupla infringiu o artigo 12 do Estatuto do Desarmamento, que prevê pena de um a três anos para quem possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido. Para o juiz, não há motivos para a prisão cautelar, uma vez que o "delito não possui gravidade concreta".
"Não foi cometido com violência ou grave ameaça à pessoa e o indiciado é primário, razão pela qual, em caso de eventual condenação, muito provavelmente cumprirá pena em regime fechado”, ponderou o magistrado.
Além de Antônio Carlos e Max, foram presos preventivamente Maykon Feitosa Millas e Naedson Martins da Silva, editor-chefe do site Brasil Notícias. O jornalista Antonio Peres Pacheco e o auditor da prefeitura de Cuiabá, Walmir Correa, foram detidos provisoriamente. Ambos já foram soltos.
Os profissionais são acusados de extorquir autoridades públicas, empresários e pessoas físicas de alto poder aquisitivo. Segundo o delegado da Fazendária, Anderson Veiga, eles participaram nos crimes de coação e extorsão de pessoas, que teriam sido obrigadas a pagar entre 100 a 300 mil para não ter informações divulgadas nos veículos.
Crédito:reprodução As detenções ocorreram na operação “Liberdade de Extorsão”, desencadeada para prender cinco jornalistas De acordo com o portal Mídia News, as detenções ocorreram na operação “Liberdade de Extorsão”, desencadeada para prender cinco jornalistas. No dia da ação, Antônio Carlos e Max Milas foram flagrados com armas, o que gerou a prisão em flagrante. Na última quarta-feira (16/3), os dois participaram de uma audiência de custódia para tratar apenas da posse dos armamentos.
A dupla infringiu o artigo 12 do Estatuto do Desarmamento, que prevê pena de um a três anos para quem possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido. Para o juiz, não há motivos para a prisão cautelar, uma vez que o "delito não possui gravidade concreta".
"Não foi cometido com violência ou grave ameaça à pessoa e o indiciado é primário, razão pela qual, em caso de eventual condenação, muito provavelmente cumprirá pena em regime fechado”, ponderou o magistrado.
Além de Antônio Carlos e Max, foram presos preventivamente Maykon Feitosa Millas e Naedson Martins da Silva, editor-chefe do site Brasil Notícias. O jornalista Antonio Peres Pacheco e o auditor da prefeitura de Cuiabá, Walmir Correa, foram detidos provisoriamente. Ambos já foram soltos.
Os profissionais são acusados de extorquir autoridades públicas, empresários e pessoas físicas de alto poder aquisitivo. Segundo o delegado da Fazendária, Anderson Veiga, eles participaram nos crimes de coação e extorsão de pessoas, que teriam sido obrigadas a pagar entre 100 a 300 mil para não ter informações divulgadas nos veículos.





