Jornalistas filipinos morrem em massacre ao sul do país
Jornalistas filipinos morrem em massacre ao sul do país
A União Nacional dos Jornalistas das Filipinas afirmou que pelo menos 12 jornalistas locais morreram no massacre ocorrido na ilha de Mindanao, ao sul do país. Na última terça-feira (24), foram encontrados mais 22 corpos em uma vala comum, elevando para 52 o total de mortos. Os simpatizantes do político local Datu Andal Ampatuan são apontados como principais suspeitos do crime.
| Reprodução | |
| Gloria Arroyo |
A presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, declarou estado de emergência por tempo indeterminado na região. A ação permite ao governo realizar detenções sem justificativa prévia.
Até o momento, apenas Genalyn, a mulher do vice-prefeito, foi identificada entre as vítimas. Sabe-se também que dois dos mortos eram advogados e que havia duas irmãs de Esmael, que não estava no comboio. Segundo o vice-prefeito de Buluan, Genalyn o ligou pouco antes do ocorrido, dizendo que o comboio fora interceptado por um grupo de cem homens armados.
Em nota, a Associação Mundial dos Jornais (WAN) expressou "profundo horror e consternação" com o massacre. De acordo com a entidade, há indícios de que os jornalistas foram selecionados como alvo dos assassinatos. A informação é da AP.
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