Jornalistas estrangeiros se preparam para a Copa estudando "zonas de conflito"
Agências de notícias e jornais da Europa têm encaminhado seus profissionais para um curso sobre como atuar em zonas de conflito.
Atualizado em 11/04/2014 às 16:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Agências de notícias e jornais de todo o mundo - especialmente da Europa - têm encaminhado seus profissionais a participarem de um curso sobre como atuar em zonas de conflito antes de embarcarem para cobrir a Copa do Mundo no Brasil. Os veículos temem pela segurança dos repórteres em possíveis conflitos entre manifestantes e policiais durante o Mundial.
Crédito:Agência Brasil Veículos temem que profissionais sejam feridos em protestos na Copa
De acordo com a coluna de Jamil Chade, no Estadão , pelo menos uma grande agência internacional confirmou que está levando seus jornalistas para o curso em Londres.
O treinamento é o mesmo oferecido para jornalistas que cobrem locais em guerra, como Iraque, Síria ou Afeganistão. A Fifa diz que não está preocupada com possíveis casos de violência generalizada e que confia no plano de segurança do governo brasileiro.
Crédito:Agência Brasil Veículos temem que profissionais sejam feridos em protestos na Copa
De acordo com a coluna de Jamil Chade, no Estadão , pelo menos uma grande agência internacional confirmou que está levando seus jornalistas para o curso em Londres.
O treinamento é o mesmo oferecido para jornalistas que cobrem locais em guerra, como Iraque, Síria ou Afeganistão. A Fifa diz que não está preocupada com possíveis casos de violência generalizada e que confia no plano de segurança do governo brasileiro.





