"Jornalistas em Risco" mapeia perigos para atuação de repórteres no México
O México é um dos países mais perigosos para exercer a profissão de jornalista, segundo dados do levantamento da organização Repórteres Sem
Atualizado em 31/03/2015 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Fronteiras em 2015. Pensando nisso, a plataforma " " ("Jornalistas em Risco", em tradução livre) foi criada para divulgar os “perigos” em cada uma das regiões do país.
Crédito:Reprodução Plataforma ajuda a mapear diferentes perigos aos jornalistas no México
De acordo com o Terra, o site permite que jornalistas de todo o país possam registrar agressões físicas, psicológicas, digitais e judiciais. Ao documentar os ataques contra repórteres, uma ferramenta do site localiza as tendências de riscos em determinada região.
O mapa também contribui para que jornalistas descubram o que podem enfrentar em suas coberturas. Alguns exemplos, segundo o site: [jornalistas] podem ser espancados ou presos enquanto cobrem manifestações de rua ou o norte do México apresenta maior índice de violência por meio do crime organizado.
Crédito:Reprodução Plataforma ajuda a mapear diferentes perigos aos jornalistas no México
De acordo com o Terra, o site permite que jornalistas de todo o país possam registrar agressões físicas, psicológicas, digitais e judiciais. Ao documentar os ataques contra repórteres, uma ferramenta do site localiza as tendências de riscos em determinada região.
O mapa também contribui para que jornalistas descubram o que podem enfrentar em suas coberturas. Alguns exemplos, segundo o site: [jornalistas] podem ser espancados ou presos enquanto cobrem manifestações de rua ou o norte do México apresenta maior índice de violência por meio do crime organizado.
O documento está no ar desde 2012 e já registrou cerca de 255 denúncias, entre elas 16 homicídios, 12 jornalistas desaparecidos, 23 casos de tortura, 19 sequestros, 18 ataques com armas de fogo e explosivos a veículos de comunicação, 120 ameaças, entre outros.





