Jornalistas egípcios rejeitam conduta de editores que declararam apoio ao Estado
Profissionais refutam "renúncia voluntária" da liberdade de expressão
Atualizado em 03/11/2014 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Aproximadamente 350 jornalistas egípcios rejeitaram uma declaração política de editores de jornais para se comprometerem com um apoio ao Estado e banirem críticas à polícia, aos militares e ao judiciário nos jornais.
Crédito:Reprodução/Google Repórteres são contra apoio dos jornais à intervenção do presidente (foto) na imprensa egípcia
De acordo com a Associated Press, em um no último domingo (2/11) nas redes sociais, os jornalistas disseram que enfrentar o terrorismo era tanto um dever quanto uma honra e refutaram a "renúncia voluntária" da liberdade de expressão.
"Resistir ao terrorismo com uma imprensa algemada e boca fechada significa oferecer a nação ao extremismo como uma presa fácil", diz um trecho do texto.
Oficiais de segurança, que preferiram não ser identificados, confirmaram a autenticidade do comunicado e argumentaram que os profissionais que o assinaram representam ideologias, seja islamita, esquerdista ou ao secularista.
Crédito:Reprodução/Google Repórteres são contra apoio dos jornais à intervenção do presidente (foto) na imprensa egípcia
De acordo com a Associated Press, em um no último domingo (2/11) nas redes sociais, os jornalistas disseram que enfrentar o terrorismo era tanto um dever quanto uma honra e refutaram a "renúncia voluntária" da liberdade de expressão.
"Resistir ao terrorismo com uma imprensa algemada e boca fechada significa oferecer a nação ao extremismo como uma presa fácil", diz um trecho do texto.
Oficiais de segurança, que preferiram não ser identificados, confirmaram a autenticidade do comunicado e argumentaram que os profissionais que o assinaram representam ideologias, seja islamita, esquerdista ou ao secularista.





