Jornalistas discutem estratégias para flexibilizar o radicalismo dos representantes patronais
Jornalistas discutem estratégias para flexibilizar o radicalismo dos representantes patronais
Atualizado em 09/05/2005 às 10:05, por
Fonte: Sindicato dos jornalistas profissionais do Munic. do RJ.
Os jornalistas profissionais do Rio terão uma grande assembléia na próxima quarta-feira (11/05). Vamos discutir estratégias para flexibilizar o radicalismo dos representantes patronais: Operação padrão? Estado de greve? Manifestações públicas? Dissídio coletivo? Ou vamos insistir na tentativa do diálogo, ao qual eles vêm se recusando, especialmente os donos de jornais e revistas? Após um ano (2004) onde o aumento com publicidade ultrapassou 30%, recusam QUALQUER reposição real para os jornalistas e confiam na nossa desmobilização. Já reduzimos nossa reivindicação para o empate com a inflação (5,86%) mais 3% de reposição real (apesar de as perdas superarem 14%) divididos em três vezes e os abonos sugeridos por eles - 12% para rádio, 24% para as tvs e 36% para a TV Globo.
Segue abaixo um pequeno estudo mostrando que o atendimento à nossa reivindicação não faria cócegas na receita das emissoras de TV. Não deixe de comparecer à assembléia. Não espere apenas que outros lutem por você. A recuperação do jornalismo carioca e a valorização da nossa profissão dependem de uma remuneração decente.
Quarta-feira, 11/05, às 20h, na sede do seu Sindicato (Rua Evaristo da Veiga, 16/17º andar. Diferença anual entre a proposta dos jornalistas e dos patrões (TV), ou seja, os gastos a mais que as empresas teriam, por ano, se aceitassem nossa última e modesta reivindicação:
TVE - R$ 27.554,07 (R$ 2.296 por mês)
Record - R$ 37.992,69 (R$ 3.351 por mês)
Globo - R$ 540.560,35 (R$ 45 mil por mês)
CNT - R$ 2.225,61(R$ 185 por mês)
Globosat - R$ 9.412,00 (R$ 784 por mês)
Canal Brasil - R$ 1.701,05 (R$ 141 por mês)
Telecine - R$ 1.820,95 (R$ 239 por mês)
Esses valores foram calculados usando como base a contribuição sindical de cada empresa no ano de 2003 e mostram o impacto na folha salarial, caso os 3% de aumento real sejam concedidos. No caso das rádios, os números são ainda menos significativos, mostrando que se trata de uma questão de princípio filosófico não admitir a reposição das perdas dos últimos anos, quando os profissionais tiveram a compreensão do momento difícil e a aceitaram resjustes inferiores à inflação.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro www.jornalistas.org.br
Segue abaixo um pequeno estudo mostrando que o atendimento à nossa reivindicação não faria cócegas na receita das emissoras de TV. Não deixe de comparecer à assembléia. Não espere apenas que outros lutem por você. A recuperação do jornalismo carioca e a valorização da nossa profissão dependem de uma remuneração decente.
Quarta-feira, 11/05, às 20h, na sede do seu Sindicato (Rua Evaristo da Veiga, 16/17º andar. Diferença anual entre a proposta dos jornalistas e dos patrões (TV), ou seja, os gastos a mais que as empresas teriam, por ano, se aceitassem nossa última e modesta reivindicação:
TVE - R$ 27.554,07 (R$ 2.296 por mês)
Record - R$ 37.992,69 (R$ 3.351 por mês)
Globo - R$ 540.560,35 (R$ 45 mil por mês)
CNT - R$ 2.225,61(R$ 185 por mês)
Globosat - R$ 9.412,00 (R$ 784 por mês)
Canal Brasil - R$ 1.701,05 (R$ 141 por mês)
Telecine - R$ 1.820,95 (R$ 239 por mês)
Esses valores foram calculados usando como base a contribuição sindical de cada empresa no ano de 2003 e mostram o impacto na folha salarial, caso os 3% de aumento real sejam concedidos. No caso das rádios, os números são ainda menos significativos, mostrando que se trata de uma questão de princípio filosófico não admitir a reposição das perdas dos últimos anos, quando os profissionais tiveram a compreensão do momento difícil e a aceitaram resjustes inferiores à inflação.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro www.jornalistas.org.br






