Jornalistas denunciam pressões de Maduro contra a imprensa durante assembleia da SIP
A 71ª assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol), que chega ao fim na próxima terça-feira (6/10) em Charleston, nos EUA, ficou marcada pela denúncia da delegação venezuelana sobre a precária situação da liberdade de imprensa no país comandado por Nicolás Maduro.
Atualizado em 05/10/2015 às 17:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
na sigla em espanhol), que chega ao fim na próxima terça-feira (6/10) em Charleston, nos EUA, ficou marcada pela denúncia da delegação venezuelana sobre a precária situação da liberdade de imprensa no país comandado por Nicolás Maduro.
Crédito:Gobierno Bolivariano de Venezuela Maduro é acusado de cercear a liberdade de imprensa na Venezuela
De acordo com El País Brasil , o tom ameno sobre o governo Maduro ficou de lado enquanto os empresários da imprensa venezuelana afirmam que o chavismo "já instaurou abertamente a ditadura" e que esta "se movimenta na direção da tirania exercida pelo dueto de Maduro e do presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello".
No último relatório da entidade elaborado pela Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, a Venezuela é descrita como "um narcoestado real, não imaginário" onde houve 300 violações do direito à liberdade de expressão, ataques a jornalistas, criminalização da atividade jornalística e limitações do acesso à informação.
O jurista Asdrúbal Aguiar pediu ao plenário da SIP que aprove uma resolução "registrando o banimento total da liberdade de expressão e de imprensa" na Venezuela. Além disso, quer que a entidade declare Maduro e Cabello "como os principais agressores de uma imprensa livre e responsáveis pela ocultação da informação".
Crédito:Gobierno Bolivariano de Venezuela Maduro é acusado de cercear a liberdade de imprensa na Venezuela
De acordo com El País Brasil , o tom ameno sobre o governo Maduro ficou de lado enquanto os empresários da imprensa venezuelana afirmam que o chavismo "já instaurou abertamente a ditadura" e que esta "se movimenta na direção da tirania exercida pelo dueto de Maduro e do presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello".
No último relatório da entidade elaborado pela Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, a Venezuela é descrita como "um narcoestado real, não imaginário" onde houve 300 violações do direito à liberdade de expressão, ataques a jornalistas, criminalização da atividade jornalística e limitações do acesso à informação.
O jurista Asdrúbal Aguiar pediu ao plenário da SIP que aprove uma resolução "registrando o banimento total da liberdade de expressão e de imprensa" na Venezuela. Além disso, quer que a entidade declare Maduro e Cabello "como os principais agressores de uma imprensa livre e responsáveis pela ocultação da informação".





