Jornalistas de portais estão registrados em sindicato errado, diz presidente do SJSP
Jornalistas que trabalham em portais de notícias devem procurar seus direitos em outros sindicatos... Leia matéria completa no Portal IMPRENSA
Atualizado em 09/06/2011 às 09:06, por
Flávio Costa.
Crédito:Divulgação
Guto Camargo, presidete do SJSP
Após diversas reclamações de jornalistas de portais, o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), Guto Camargo, afirmou ao Portal Imprensa, nesta quarta-feira (8), que estes profissionais estão "enquadrados erroneamente" no Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas e Cursos de Informática (Sindiesp).
Os sindicatos dos Jornalistas e o Sindiesp estão localizados nos seguintes endereços:
Rua Rêgo de Freitas, 530, sobreloja, Vila Buarque Tel: 11 3217 6299
Rua Tácito de Almeida, 254, Sumaré Tel: 11 3672 6465 - 3676 1477
"Há duas semanas, nós mandamos carta oficial ao sindicato patronal (Empresas de Internet, o Seinesp) para que esta situação seja regularizada, mas até agora não recebemos resposta alguma. Se esta resposta não chegar vamos acionar o Ministério do Trabalho e a Justiça Trabalhista. Os jornalistas podem nos procurar porque estamos tentando resolver esta situação", afirmou Camargo.
Jornalistas de portais ouvidos pelo PORTAL IMPRENSA mostraram-se descontentes com a Convenção Coletiva de Trabalho 2011-12 (CCT), firmada recentemente entre Seinesp e Sindiesp. Apesar de benefícios acordados, a jornada de trabalho foi mantida em 44 horas semanais para empresas de provedores de acesso à Internet, o que incluiria quem atua em portais, além do estabelecimento uma contribuição assistencial de R$ 50 mensais. Aqueles que não querem contribuir ao Sindiesp devem registrar o cancelamento do repasse em carta oficial na sede da entidade, até o dia 17 de junho.
Por sua vez, a advogada do Sindiesp, Daniela Rodrigues, afirmou que os jornalistas de empresas de internet devem informar sua categoria profissional a este sindicato. "Nós não temos como saber se determinado funcionário é jornalista ou não, porque representamos os funcionários destas empresas de internet como um todo. Os jornalistas precisam informar sua situação profissional ao Sindiesp e que estão representados pelo sindicato de sua respectiva categoria", declarou. Desta forma, os efeitos da CCT não seriam válidos para jornalistas empregados em portais de internet.

Guto Camargo, presidete do SJSP Após diversas reclamações de jornalistas de portais, o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), Guto Camargo, afirmou ao Portal Imprensa, nesta quarta-feira (8), que estes profissionais estão "enquadrados erroneamente" no Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas e Cursos de Informática (Sindiesp).
Os sindicatos dos Jornalistas e o Sindiesp estão localizados nos seguintes endereços:
Rua Rêgo de Freitas, 530, sobreloja, Vila Buarque Tel: 11 3217 6299
Rua Tácito de Almeida, 254, Sumaré Tel: 11 3672 6465 - 3676 1477
"Há duas semanas, nós mandamos carta oficial ao sindicato patronal (Empresas de Internet, o Seinesp) para que esta situação seja regularizada, mas até agora não recebemos resposta alguma. Se esta resposta não chegar vamos acionar o Ministério do Trabalho e a Justiça Trabalhista. Os jornalistas podem nos procurar porque estamos tentando resolver esta situação", afirmou Camargo.
Jornalistas de portais ouvidos pelo PORTAL IMPRENSA mostraram-se descontentes com a Convenção Coletiva de Trabalho 2011-12 (CCT), firmada recentemente entre Seinesp e Sindiesp. Apesar de benefícios acordados, a jornada de trabalho foi mantida em 44 horas semanais para empresas de provedores de acesso à Internet, o que incluiria quem atua em portais, além do estabelecimento uma contribuição assistencial de R$ 50 mensais. Aqueles que não querem contribuir ao Sindiesp devem registrar o cancelamento do repasse em carta oficial na sede da entidade, até o dia 17 de junho.
Por sua vez, a advogada do Sindiesp, Daniela Rodrigues, afirmou que os jornalistas de empresas de internet devem informar sua categoria profissional a este sindicato. "Nós não temos como saber se determinado funcionário é jornalista ou não, porque representamos os funcionários destas empresas de internet como um todo. Os jornalistas precisam informar sua situação profissional ao Sindiesp e que estão representados pelo sindicato de sua respectiva categoria", declarou. Desta forma, os efeitos da CCT não seriam válidos para jornalistas empregados em portais de internet.






