Jornalistas de Ponte Nova (MG) denunciam abusos policiais em audiência pública
Na última quarta-feira (30/04), supostas perseguições e abuso de autoridade por parte de policiais militares contra jornalistas de Ponte Nova (MG) foram denunciadas em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Atualizado em 03/05/2014 às 13:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
A reunião foi pedida pelo presidente da comissão, deputado Durval Ângelo (PT).
O jornalista da Rádio Montanhesa Ediney Moura Cardoso afirmou que é pressionado há anos por cobrir as ações policiais e judiciárias na cidade. Segundo denúncia, ele teria sido abordado dentro da emissora enquanto trabalhava e conduzido até a delegacia para prestar esclarecimentos sobre postagens em redes sociais. Além disso, ele afirma que foi preso por supostas infrações de trânsito e desacato a servidores públicos e que seu filho foi preso injustamente por tráfico de drogas.
Crédito:Reprodução/site ALMG A reunião foi realizada na Câmara Municipal de Ponte Nova - Já o editor-geral do jornal Líder Notícias , Geraldo Jannus, disse que sofreu retaliações da PM pela cobertura do episódio envolvendo a prisão do colega. Além disso, ele afirmou que os políticos locais teriam tentado evitar a realização da audiência pública. Sobre o mesmo episódio, o jornalista Gérson Freitas afirmou que sofreu atos de hostilidade e humilhação por parte da PM.
O tenente-coronel Wanderson Santiago Barbosa afirmou que todas as acusações estão sendo apuradas internamente, em procedimentos administrativos disciplinares. Ele pediu que seja respeitado o processo judicial e se comprometeu a levar as informações tratadas na audiência ao alto comando da PM.
Encaminhamentos O deputado Durval Ângelo afirmou que irá apresentar requerimentos de providências à Corregedoria da PM e ao Ministério Público, solicitando apuração das denúncias; ao comando geral da PM, para que sejam feitas reuniões com o objetivo de reaproximar a sociedade da corporação; ao Programa de Proteção de Defesa dos Direitos Humanos, para inclusão dos jornalistas de Ponte Nova.
As notas da reunião serão encaminhadas à Corregedoria da PM, ao Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos do Ministério Público; à Secretaria de Estado de Defesa Social e à Delegacia de Polícia Civil para apuração das denúncias apresentadas pelos jornalistas.
O jornalista da Rádio Montanhesa Ediney Moura Cardoso afirmou que é pressionado há anos por cobrir as ações policiais e judiciárias na cidade. Segundo denúncia, ele teria sido abordado dentro da emissora enquanto trabalhava e conduzido até a delegacia para prestar esclarecimentos sobre postagens em redes sociais. Além disso, ele afirma que foi preso por supostas infrações de trânsito e desacato a servidores públicos e que seu filho foi preso injustamente por tráfico de drogas.
Crédito:Reprodução/site ALMG A reunião foi realizada na Câmara Municipal de Ponte Nova - Já o editor-geral do jornal Líder Notícias , Geraldo Jannus, disse que sofreu retaliações da PM pela cobertura do episódio envolvendo a prisão do colega. Além disso, ele afirmou que os políticos locais teriam tentado evitar a realização da audiência pública. Sobre o mesmo episódio, o jornalista Gérson Freitas afirmou que sofreu atos de hostilidade e humilhação por parte da PM.
O tenente-coronel Wanderson Santiago Barbosa afirmou que todas as acusações estão sendo apuradas internamente, em procedimentos administrativos disciplinares. Ele pediu que seja respeitado o processo judicial e se comprometeu a levar as informações tratadas na audiência ao alto comando da PM.
Encaminhamentos O deputado Durval Ângelo afirmou que irá apresentar requerimentos de providências à Corregedoria da PM e ao Ministério Público, solicitando apuração das denúncias; ao comando geral da PM, para que sejam feitas reuniões com o objetivo de reaproximar a sociedade da corporação; ao Programa de Proteção de Defesa dos Direitos Humanos, para inclusão dos jornalistas de Ponte Nova.
As notas da reunião serão encaminhadas à Corregedoria da PM, ao Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos do Ministério Público; à Secretaria de Estado de Defesa Social e à Delegacia de Polícia Civil para apuração das denúncias apresentadas pelos jornalistas.





