Jornalistas de A Tarde entram em greve por atraso nos salários
Jornal é o mais tradicional do estado da Bahia
Atualizado em 01/03/2018 às 17:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Os funcionários do jornal A Tarde e Massa! , do grupo A Tarde, declararam estado de greve por, de acordo com a categoria, estarem sem receber seus salários desde o início de 2018. Há também quem afirme que o 13º salário dos colaboradores não foi pago em 2017. Crédito:Divulgação/A Tarde A edição de ontem, dia 28 de fevereiro, do jornal mais tradicional da Bahia foi feita às pressas, por uma minoria de editores que, segundo informações divulgadas pelo portal R7, romperam com o movimento. Os relatos também dão conta de que quando os funcionários saem de férias não recebem por isso. O jornal A Tarde responde por diversos processos na Justiça do Trabalho.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) afirmou que o jornal afastou 60 profissionais com os quais possui dívidas trabalhistas.
“Há quase três anos os atrasos salariais se repetem, assim como diversos episódios de assédio com a demissão de inúmeros colegas sem que estes recebessem as verbas homologatórias e fossem obrigados a recorrer à Justiça para tentar receber os valores”, afirma o texto assinado por Marjore Moura, presidente do sindicato.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) afirmou que o jornal afastou 60 profissionais com os quais possui dívidas trabalhistas.
“Há quase três anos os atrasos salariais se repetem, assim como diversos episódios de assédio com a demissão de inúmeros colegas sem que estes recebessem as verbas homologatórias e fossem obrigados a recorrer à Justiça para tentar receber os valores”, afirma o texto assinado por Marjore Moura, presidente do sindicato.
O Sinjorba disse ainda que, diante do atual quadro, “o sindicato vai comunicar a situação vexatória dos jornalistas de A Tarde e do Massa ao Juízo de Conciliação de Segunda Instância, que administra o setor de acordo global, do qual A Tarde é signatário, para pagamento de processos trabalhistas do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), e para que sejam adotadas as medidas cabíveis”, concluiu.





