Entre os dias 20 a 25 de julho, os profissionais de imprensa se dedicam à cobertura do encontro, que ocorre a cada dois anos.
Dentre os principais temas do congresso, destaque para os debates sobre o impacto da doença, que segundo informações da Organização Mundial da Saúde, já atingiu 35 milhões de pessoas. Estima-se que desde o primeiro caso, em 1981, 78 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus HIV.
Crédito:Steve Forrest/ International AIDS Society Conferência teve início no último dia 20 de julho Para acompanhar os debates sobre o preconceito, bem como questões ligadas aos costumes, legislação, além de estudos que podem dar luz a uma possível cura para a doença, estima-se que 14 mil representantes compareçam ao evento, entre eles, chefes de Estado, acadêmicos, cientistas, ONGs e membros da entidade civil.
Nesta edição, a conferência foi marcada pelo tributo aos seis pesquisadores que participariam do evento, mas que foram vítimas do acidente no voo MH17, da Malaysia Airlines, no último dia 17 de julho. Entre eles, o holandês Joep Lange, ex-presidente da Sociedade Internacional da Aids (IAS). A princípio, a informação era de que pelo menos cem pesquisadores teriam morrido no acidente, algo corrigido mais tarde pela imprensa que fazia a cobertura da conferência.
Estrutura para a imprensa A cerimônia de abertura, bem como as centenas de seminários, painéis e oficinas ao longo dos cinco dias de evento estão sendo acompanhados de perto pela imprensa internacional, que tem à disposição um centro de mídia completo para transmissões ao vivo de rádio e TV, além de estrutura para dar suporte aos meios impressos e online.
Pensando em facilitar a cobertura de jornalistas vindos de todos os cantos do mundo, a conferência disponibiliza também uma equipe multilíngue de assessores de imprensa 12 horas por dia. Além de inglês, os profissionais falam espanhol, alemão, francês, italiano, japonês entre outras dez línguas.
O complexo de mídia funciona 24 horas e inclui 90 postos de trabalho. A sala conta com tablets, além de mais 30 linhas de telefone e internet que podem ser acopladas a notebooks dos próprios repórteres. Toda a área está coberta com sinal wi-fi.
Os jornalistas contam ainda com uma sala de coletiva de imprensa com plataformas para câmeras de filmagem e foto e cabines de áudio e microfone, além de 70 assentos para jornalistas. Já o centro de transmissão, exclusivo para as emissoras de rádio e TV, inclui 20 locais de trabalho, cabines com baterias, sistemas de áudio e vídeo e todo o cabeamento necessário.
E para dar suporte aos jornalistas que não puderam comparecer ao evento, a conferência disponibiliza em seu informações quase em tempo real dos acontecimentos. Imagens em alta resolução, boletins em áudio, vídeos e releases dos painéis também estão disponíveis para a consulta.
Dentre os principais temas do congresso, destaque para os debates sobre o impacto da doença, que segundo informações da Organização Mundial da Saúde, já atingiu 35 milhões de pessoas. Estima-se que desde o primeiro caso, em 1981, 78 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus HIV.
Crédito:Steve Forrest/ International AIDS Society Conferência teve início no último dia 20 de julho Para acompanhar os debates sobre o preconceito, bem como questões ligadas aos costumes, legislação, além de estudos que podem dar luz a uma possível cura para a doença, estima-se que 14 mil representantes compareçam ao evento, entre eles, chefes de Estado, acadêmicos, cientistas, ONGs e membros da entidade civil.
Nesta edição, a conferência foi marcada pelo tributo aos seis pesquisadores que participariam do evento, mas que foram vítimas do acidente no voo MH17, da Malaysia Airlines, no último dia 17 de julho. Entre eles, o holandês Joep Lange, ex-presidente da Sociedade Internacional da Aids (IAS). A princípio, a informação era de que pelo menos cem pesquisadores teriam morrido no acidente, algo corrigido mais tarde pela imprensa que fazia a cobertura da conferência.
Estrutura para a imprensa A cerimônia de abertura, bem como as centenas de seminários, painéis e oficinas ao longo dos cinco dias de evento estão sendo acompanhados de perto pela imprensa internacional, que tem à disposição um centro de mídia completo para transmissões ao vivo de rádio e TV, além de estrutura para dar suporte aos meios impressos e online.
Pensando em facilitar a cobertura de jornalistas vindos de todos os cantos do mundo, a conferência disponibiliza também uma equipe multilíngue de assessores de imprensa 12 horas por dia. Além de inglês, os profissionais falam espanhol, alemão, francês, italiano, japonês entre outras dez línguas.
O complexo de mídia funciona 24 horas e inclui 90 postos de trabalho. A sala conta com tablets, além de mais 30 linhas de telefone e internet que podem ser acopladas a notebooks dos próprios repórteres. Toda a área está coberta com sinal wi-fi.
Os jornalistas contam ainda com uma sala de coletiva de imprensa com plataformas para câmeras de filmagem e foto e cabines de áudio e microfone, além de 70 assentos para jornalistas. Já o centro de transmissão, exclusivo para as emissoras de rádio e TV, inclui 20 locais de trabalho, cabines com baterias, sistemas de áudio e vídeo e todo o cabeamento necessário.
E para dar suporte aos jornalistas que não puderam comparecer ao evento, a conferência disponibiliza em seu informações quase em tempo real dos acontecimentos. Imagens em alta resolução, boletins em áudio, vídeos e releases dos painéis também estão disponíveis para a consulta.

