Jornalistas da rede de TV Al Jazeera são detidos no Egito
Jornalistas da rede de TV Al Jazeera são detidos no Egito
Atualizado em 31/01/2011 às 12:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
A rede de TV árabe Al Jazeera informou que seis de seus jornalistas estão sob custódia no Egito, após o Ministério da Informação ter suspendido suas operações no país. A notícia foi divulgada nesta segunda-feira (31) pela emissora, que realizava ampla cobertura dos protestos contra o governo do presidente Hosni Mubarak pelas principais cidades egípcias.
Segundo o portal Estadão.com.br, as detenções dos jornalistas, que trabalhavam para o canal da Al Jazeera em língua inglesa, aconteceram um dia depois de o escritório da rede árabe ter sido fechado no Cairo, capital do Egito. A emissora condenou a atitude do governo, classificando-a como um "ato destinado a sufocar e reprimir a liberdade de comunicação".
Os seis jornalistas foram libertados ainda nesta segunda, após o Departamento de Estado dos EUA intervir junto ao governo egípcio, segundo informou a Globonews. O órgão norte-americano já havia solicitado às autoridades do Egito para permitir a realização de manifestações pacíficas no país, e a secretaria de Estado Hillary Clinton declarou que este é o momento ideal para a adoção de medidas para a implantação de reformas sociais, políticas e econômicas.
Os protestos contra o regime de Hosni Mubarak, que está há 30 anos no poder, acontecem desde a última terça-feira (25) no país, e foram inspirados no movimento que derrubou o presidente da Tunísia, Zine Al-Abidine Ben Ali, no dia 14 de janeiro.
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Segundo o portal Estadão.com.br, as detenções dos jornalistas, que trabalhavam para o canal da Al Jazeera em língua inglesa, aconteceram um dia depois de o escritório da rede árabe ter sido fechado no Cairo, capital do Egito. A emissora condenou a atitude do governo, classificando-a como um "ato destinado a sufocar e reprimir a liberdade de comunicação".
Os seis jornalistas foram libertados ainda nesta segunda, após o Departamento de Estado dos EUA intervir junto ao governo egípcio, segundo informou a Globonews. O órgão norte-americano já havia solicitado às autoridades do Egito para permitir a realização de manifestações pacíficas no país, e a secretaria de Estado Hillary Clinton declarou que este é o momento ideal para a adoção de medidas para a implantação de reformas sociais, políticas e econômicas.
Os protestos contra o regime de Hosni Mubarak, que está há 30 anos no poder, acontecem desde a última terça-feira (25) no país, e foram inspirados no movimento que derrubou o presidente da Tunísia, Zine Al-Abidine Ben Ali, no dia 14 de janeiro.
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