Jornalistas da AFP são proibidos de cobrir aniversário de massacre em praça chinesa
Jornalistas da AFP são proibidos de cobrir aniversário de massacre em praça chinesa
No 20º aniversário do massacre na Praça Tiananmen, mais conhecida como Praça da Paz Celestial, na China, a presença maciça de seguranças impediu o trabalho dos jornalistas que cobriam as manifestações.
Nesta quinta-feira (04), a praça estava aberta ao público, mas centenas de policiais e homens a paisana a vigiavam. Segundo a agência de notícias AFP, o objetivo era evitar atos que lembrassem o massacre. Um repórter da AFP-TV foi obrigado a apagar as imagens que havia feito e um fotógrafo da agência foi retirado da praça.
Qin Gang, porta-voz da chancelaria chinesa, afirmou que o partido e o governo já apresentaram suas conclusões "sobre o incidente político que acontece no fim dos anos 80".
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