Jornalistas compram banca na região central de SP e transformam espaço em minilivraria
O mês de outubro começou diferente para três jornalistas. João Varella, Thiago Blumenthal e Cecilia Arbolave, sócios da editora Lote 42, compraram uma banca de revistas em São Paulo para transformá-la em uma minilivraria.
Atualizado em 28/10/2014 às 13:10, por
Jéssica Oliveira.
diferente para três jornalistas. João Varella, Thiago Blumenthal e Cecilia Arbolave, sócios da editora Lote 42, compraram uma banca de revistas em São Paulo para transformá-la em uma minilivraria.
" Queremos resgatar a banca como ponto de leitura. Queremos que a pessoa fique lá lendo, ‘viajando’, folheando... Se ela quiser ler alguma coisa, não vai sair de mão vazia", conta João Varella. A fica no nº 275 da Rua Barão de Tatuí, em Santa Cecília, região central da capital paulista.
Crédito:Divulgação Cecília, Blumenthal (à esquerda) e Varella; jornalistas são sócios da Lote 42 Segundo Varella, além dos livros da casa, no espaço serão vendidas zines, revistas e livros independentes sobre arte, fotografia e ilustração. “Até a Biblioteca Mário de Andrade (BMA), principal pública de São Paulo, abrirá prateleiras para publicações independentes. Eles reconheceram que está havendo um movimento interessante”, comemora.
Outro objetivo da empreitada é recuperar o charme das bancas, “perdido” no meio das vendas de cigarros, recarga para bilhetes de transporte público e celulares. "Elas perderam um pouco da magia", diz.
O próprio Varella tem uma relação especial com esse ambiente, onde passou “muitas horas” da infância, especialmente na banca “A Claudinha”, em Guaíba (RS). “Era o grande centro de entretenimento. A banca me fez consumir informação e isso contribuiu para que aos 10 anos eu já quisesse ser jornalista”, recorda.
Por enquanto só Cecilia, que trabalhava na revista Minha Casa , da Editora Abril, se dedica integralmente ao projeto; Varella continua repórter de mercado digital na IstoÉ Dinheiro , e Blumenthal, ex-repórter do portal R7 e do jornal Folha de S.Paulo , faz “mil e um frilas” para editoras.
A nova fase da banca Tatuí já está funcionando ao mesmo tempo que o espaço passa por reformas e desenvolvimento da identidade visual, projeto do estúdio de design gráfico Casa Rex. Futuramente, os sócios pretendem oferecer também internet sem fio, música e um parket (vagas de estacionamento transformadas em uma minipraça). Os preços das publicações devem variar de R$ 10 a R$ 50.
" Queremos resgatar a banca como ponto de leitura. Queremos que a pessoa fique lá lendo, ‘viajando’, folheando... Se ela quiser ler alguma coisa, não vai sair de mão vazia", conta João Varella. A fica no nº 275 da Rua Barão de Tatuí, em Santa Cecília, região central da capital paulista.
Crédito:Divulgação Cecília, Blumenthal (à esquerda) e Varella; jornalistas são sócios da Lote 42 Segundo Varella, além dos livros da casa, no espaço serão vendidas zines, revistas e livros independentes sobre arte, fotografia e ilustração. “Até a Biblioteca Mário de Andrade (BMA), principal pública de São Paulo, abrirá prateleiras para publicações independentes. Eles reconheceram que está havendo um movimento interessante”, comemora.
Outro objetivo da empreitada é recuperar o charme das bancas, “perdido” no meio das vendas de cigarros, recarga para bilhetes de transporte público e celulares. "Elas perderam um pouco da magia", diz.
O próprio Varella tem uma relação especial com esse ambiente, onde passou “muitas horas” da infância, especialmente na banca “A Claudinha”, em Guaíba (RS). “Era o grande centro de entretenimento. A banca me fez consumir informação e isso contribuiu para que aos 10 anos eu já quisesse ser jornalista”, recorda.
Por enquanto só Cecilia, que trabalhava na revista Minha Casa , da Editora Abril, se dedica integralmente ao projeto; Varella continua repórter de mercado digital na IstoÉ Dinheiro , e Blumenthal, ex-repórter do portal R7 e do jornal Folha de S.Paulo , faz “mil e um frilas” para editoras.
A nova fase da banca Tatuí já está funcionando ao mesmo tempo que o espaço passa por reformas e desenvolvimento da identidade visual, projeto do estúdio de design gráfico Casa Rex. Futuramente, os sócios pretendem oferecer também internet sem fio, música e um parket (vagas de estacionamento transformadas em uma minipraça). Os preços das publicações devem variar de R$ 10 a R$ 50.





