Jornalistas aprovam nova paralisação na próxima terça-feira (23)
Desta vez, profissionais devem cruzar os braços por quatro horas
Atualizado em 18/11/2021 às 09:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Uma semana após os jornalistas dos maiores veículos do país cruzarem os braços pela campanha salarial em São Paulo, uma nova paralisação foi aprovada em assembleia no Sindicato dos Jornalistas. A ação é uma resposta aos representantes patronais, que receberam uma contraproposta no dia 9 de novembro e ainda não responderam.
Cerca de 230 profissionais estiveram na assembleia que aconteceu ontem (17) na sede do Sindicato. A decisão por uma nova paralisação para terça-feira (23) foi unânime. Desta vez, porém, ela deve durar quatro horas. Crédito: Eduardo Viné/Reprodução Sindicato Jornalistas
Protesto realizado por jornalistas em frente à Editora Globo no último dia 9 As empresas ofereceram três faixas de reajuste e a volta da multa da PLR reajustada em 8,9%. Para salários até R$ 5 mil, o reajuste ficaria no índice da inflação (8,9%) - 5% retroativo à data-base em junho, e o restante a ser pago em janeiro.
Os salários entre R$ 6 mil e R% 7 mil sofreriam reajuste em duas parcelas - 5% em junho e o restante em janeiro. Salários acima de R% 7 mil teriam reajuste fixo, em R$ 420, sendo R$ 350 retroativo a junho e a diferença em janeiro. As diferenças seriam pagas em duas parcelas, novembro e dezembro.
A categoria, no entanto, se posicionou a favor de um aumento de 8,9% para todos os salários, 5% retroativo a junho e 3,72% em novembro e o reajuste da multa PLR em 8,9%.
As empresas solicitaram que uma nova contraproposta fosse enviada, e não responderam à reivindicação.
Em nota, os jornalistas repudiaram a diretoria do jornal Valor Econômico, que segundo eles, "tenta intimidar os profissionais com ameaças explícitas de demissão caso a categoria não aceite a atual proposta patronal", fazendo o que consideram "um claro ataque à nossa categoria e ao livre exercício do jornalismo".
A categoria solicita uma nova mesa de negociações na sexta-feira (19). Caso haja uma nova proposta, a questão será apreciada em uma nova convocação de assembleia.
Segundo o sindicato, cerca de 350 profissionais se reuniram em um ambiente virtual ao longo das duas horas de paralisação no último dia 10.
Profissionais da Folha de S.Paulo, Estadão, Valor Econômico, Editoras Abril e Globo, O Globo e UOL participaram da movimentação.
Cerca de 230 profissionais estiveram na assembleia que aconteceu ontem (17) na sede do Sindicato. A decisão por uma nova paralisação para terça-feira (23) foi unânime. Desta vez, porém, ela deve durar quatro horas. Crédito: Eduardo Viné/Reprodução Sindicato Jornalistas
Protesto realizado por jornalistas em frente à Editora Globo no último dia 9 As empresas ofereceram três faixas de reajuste e a volta da multa da PLR reajustada em 8,9%. Para salários até R$ 5 mil, o reajuste ficaria no índice da inflação (8,9%) - 5% retroativo à data-base em junho, e o restante a ser pago em janeiro. Os salários entre R$ 6 mil e R% 7 mil sofreriam reajuste em duas parcelas - 5% em junho e o restante em janeiro. Salários acima de R% 7 mil teriam reajuste fixo, em R$ 420, sendo R$ 350 retroativo a junho e a diferença em janeiro. As diferenças seriam pagas em duas parcelas, novembro e dezembro.
A categoria, no entanto, se posicionou a favor de um aumento de 8,9% para todos os salários, 5% retroativo a junho e 3,72% em novembro e o reajuste da multa PLR em 8,9%.
As empresas solicitaram que uma nova contraproposta fosse enviada, e não responderam à reivindicação.
Em nota, os jornalistas repudiaram a diretoria do jornal Valor Econômico, que segundo eles, "tenta intimidar os profissionais com ameaças explícitas de demissão caso a categoria não aceite a atual proposta patronal", fazendo o que consideram "um claro ataque à nossa categoria e ao livre exercício do jornalismo".
A categoria solicita uma nova mesa de negociações na sexta-feira (19). Caso haja uma nova proposta, a questão será apreciada em uma nova convocação de assembleia.
Segundo o sindicato, cerca de 350 profissionais se reuniram em um ambiente virtual ao longo das duas horas de paralisação no último dia 10.
Profissionais da Folha de S.Paulo, Estadão, Valor Econômico, Editoras Abril e Globo, O Globo e UOL participaram da movimentação.





