Jornalistas abandonam coletiva sobre o brexit em solidariedade a colegas barrados
Uma entrevista coletiva convocada em Londres nesta segunda (3) pelo governo britânico acabou sendo boicotada após assessores do premiê Boris
Atualizado em 03/02/2020 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Johnson impedirem a participação de jornalistas de veículos como Huffington Post, PoliticsHome, The Mirror, The Independent, inews e Press Association.
Em solidariedade aos colegas barrados, os jornalistas autorizados a participar da coletiva (representando veículos como BBC, The Guardian, Financial Times, The Telegraph, Daily Mail e The Sun) deixaram o local.
Sobre o brexit, a coletiva seria realizada na residência oficial do primeiro-ministro Boris Johnson. A ideia era divulgar detalhes da proposta de acordo comercial que Londres pretende apresentar à União Europeia.
Residência oficial do primeiro-ministro britânico, onde a coletiva seria realizada nesta segunda (3) Ao chegarem ao local da entrevista, os jornalistas foram divididos em dois grupos. Após a divisão, o diretor de comunicação de Boris Johnson, Lee Cain, ordenou que os jornalistas de um dos lados deixassem o local.
Criticado em função do tratamento seletivo, o governo britânico se defendeu afirmando que tem o direito de restringir a entrada de jornalistas em casos específicos.
Veículos locais relataram que, desde que assumiu o comando do país, em julho de 2019, Boris Johnson intensificou a prática de restringir a entrada de determinados veículos de imprensa nas coletivas do governo britânico.
Essa teria sido a primeira vez, porém, que jornalistas autorizados a participar de uma coletiva resolveram boicotá-la em solidariedade a colegas barrados.
Em solidariedade aos colegas barrados, os jornalistas autorizados a participar da coletiva (representando veículos como BBC, The Guardian, Financial Times, The Telegraph, Daily Mail e The Sun) deixaram o local.
Sobre o brexit, a coletiva seria realizada na residência oficial do primeiro-ministro Boris Johnson. A ideia era divulgar detalhes da proposta de acordo comercial que Londres pretende apresentar à União Europeia.
Residência oficial do primeiro-ministro britânico, onde a coletiva seria realizada nesta segunda (3) Ao chegarem ao local da entrevista, os jornalistas foram divididos em dois grupos. Após a divisão, o diretor de comunicação de Boris Johnson, Lee Cain, ordenou que os jornalistas de um dos lados deixassem o local.
Criticado em função do tratamento seletivo, o governo britânico se defendeu afirmando que tem o direito de restringir a entrada de jornalistas em casos específicos.
Veículos locais relataram que, desde que assumiu o comando do país, em julho de 2019, Boris Johnson intensificou a prática de restringir a entrada de determinados veículos de imprensa nas coletivas do governo britânico.
Essa teria sido a primeira vez, porém, que jornalistas autorizados a participar de uma coletiva resolveram boicotá-la em solidariedade a colegas barrados.





