Jornalista, viúva de ex-governador de SE, pode disputar vaga ao Senado
A jornalista e secretária estadual de Integração Social, Eliane Aquino, viúva do governador Marcelo Déda, poderá disputar o Senado na chapa do governador Jackson Barreto (PMDB).
Atualizado em 20/01/2014 às 14:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
O PT do Sergipe dialogará com a ex-primeira dama para saber se ela está disposta a aceitar o convite.
Crédito:Seed/Divulgação Ex-primeira-dama de SE pode disputar cargo no Senado em 2014
Segundo O Estado de S. Paulo , em entrevistas logo após a morte de Déda, em dezembro do ano passado, Eliane descartou a possibilidade, mas poderá discutir a ideia. "Ainda não conversamos com Eliane mas se ela topar é consenso tanto no PT quanto na base aliada", ressaltou o deputado Márcio Macêdo (PT-SE).
No primeiro mandato de Marcelo Déda, a jornalista trabalhou com a ONG no bairro Santa Maria, um dos mais pobres da cidade. Entretanto, na campanha pela reeleição, em 2004, ela foi alvo de adversários que a acusaram de usar a máquina municipal para beneficiar a “Missão Criança” e acabou se afastando. Mais tarde, assumiu o cargo de secretária estadual de Integração Social, o qual ocupa até hoje.
A candidatura de Eliane ganhou o apoio do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, ex-petista, que defendeu o nome de Eliana para o Senado ou para Câmara. "Não temos pesquisas, mas a percepção empírica e a comoção popular com o legado de Déda mostram que Eliane tem grande potencial", disse Márcio Macedo.
Crédito:Seed/Divulgação Ex-primeira-dama de SE pode disputar cargo no Senado em 2014
Segundo O Estado de S. Paulo , em entrevistas logo após a morte de Déda, em dezembro do ano passado, Eliane descartou a possibilidade, mas poderá discutir a ideia. "Ainda não conversamos com Eliane mas se ela topar é consenso tanto no PT quanto na base aliada", ressaltou o deputado Márcio Macêdo (PT-SE).
No primeiro mandato de Marcelo Déda, a jornalista trabalhou com a ONG no bairro Santa Maria, um dos mais pobres da cidade. Entretanto, na campanha pela reeleição, em 2004, ela foi alvo de adversários que a acusaram de usar a máquina municipal para beneficiar a “Missão Criança” e acabou se afastando. Mais tarde, assumiu o cargo de secretária estadual de Integração Social, o qual ocupa até hoje.
A candidatura de Eliane ganhou o apoio do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, ex-petista, que defendeu o nome de Eliana para o Senado ou para Câmara. "Não temos pesquisas, mas a percepção empírica e a comoção popular com o legado de Déda mostram que Eliane tem grande potencial", disse Márcio Macedo.





