Jornalista turco é condenado por "curtir" publicação crítica ao presidente
O jornalista turco Yasar Elma foi condenado a 23 meses de prisão por ter "curtido" uma publicação no Facebook que criticava Recep Teyyip Erdogan, presidente da Turquia.
Atualizado em 06/04/2015 às 18:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
foi condenado a 23 meses de prisão por ter "curtido" uma publicação no Facebook que criticava Recep Teyyip Erdogan, presidente da Turquia. De acordo com o site Aporrea, o julgamento foi realizado no tribunal de primeira instância da província de Gazientep e a ação foi considerada um "insulto a um trabalhador público".
Crédito:Reprodução Yasar Elma curtiu post e foi condenado por criticar o presidente turco
"Havia apenas utilizado a ferramenta 'curtir' quando vi um comentário sobre o presidente. Apaguei depois de meia hora, mas o tribunal me condenou", disse o jornalista.
O advogado de Elma, Dilmer Demirel, afirmou que eles vão recorrer da condenação, justificando que a justiça condenou seu cliente por considerar que o comentário continha uma palavra que era um "insulto", mas não especificou qual seria.
Demirel ainda aproveitou para dizer que a condenação iria contra a lei do país. "Cremos que esta condenação vá contra lei. Várias sentenças anteriores têm ressaltado que personalidades políticas devem tolerar críticas duras".
Crédito:Reprodução Yasar Elma curtiu post e foi condenado por criticar o presidente turco
"Havia apenas utilizado a ferramenta 'curtir' quando vi um comentário sobre o presidente. Apaguei depois de meia hora, mas o tribunal me condenou", disse o jornalista.
O advogado de Elma, Dilmer Demirel, afirmou que eles vão recorrer da condenação, justificando que a justiça condenou seu cliente por considerar que o comentário continha uma palavra que era um "insulto", mas não especificou qual seria.
Demirel ainda aproveitou para dizer que a condenação iria contra a lei do país. "Cremos que esta condenação vá contra lei. Várias sentenças anteriores têm ressaltado que personalidades políticas devem tolerar críticas duras".
Desde agosto do ano passado, quando Erdogan assumiu a presidência do país, mais de 70 pessoas já foram julgadas por insultos ao seu governo.





