Jornalista somali é executado por orquestrar assassinato de colegas
O jornalista somali Hassan Hanafi, ligado aos insurgentes islamitas radicais Shebab, foi executado na última segunda-feira (11/4), em Mogadíscio, capital da Somália.
Atualizado em 12/04/2016 às 18:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
aos insurgentes islamitas radicais Shebab, foi executado na última segunda-feira (11/4), em Mogadíscio, capital da Somália. Ele foi condenado por organizar o assassinato de cinco de seus colegas.
Crédito:Reprodução Jornalista foi executado por entregar colegas a islamitas
De acordo com a AFP, diversos repórteres acompanharam a execução do jornalista. "Havia confessado e se reconheceu culpado de ter organizado as mortes de vários jornalistas somalis (...). Foi executado", declarou Abdulahi Hussein, funcionário de alto escalão do tribunal militar.
Entre 2007 e 2010, Hanafi identificou possíveis alvos para o Shebab, que ameaçava os profissionais de morte caso se recusassem a participar da rede de jihadistas. Ele prestava serviços para a Rádio Andalus, órgão de comunicação do grupo.
No último sábado (9/4), dois integrantes do Shebab foram executados na capital somali após confessarem ter matado uma jornalista da TV nacional no fim do ano passado. Profissionais de imprensa viraram alvo após a insatisfação dos insurgentes com a cobertura sobre assuntos que os envolvem.
De acordo com a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), a Somália ocupa o 172ª posição de 180 países em sua classificação sobre a liberdade de imprensa.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Jornalista foi executado por entregar colegas a islamitas
De acordo com a AFP, diversos repórteres acompanharam a execução do jornalista. "Havia confessado e se reconheceu culpado de ter organizado as mortes de vários jornalistas somalis (...). Foi executado", declarou Abdulahi Hussein, funcionário de alto escalão do tribunal militar.
Entre 2007 e 2010, Hanafi identificou possíveis alvos para o Shebab, que ameaçava os profissionais de morte caso se recusassem a participar da rede de jihadistas. Ele prestava serviços para a Rádio Andalus, órgão de comunicação do grupo.
No último sábado (9/4), dois integrantes do Shebab foram executados na capital somali após confessarem ter matado uma jornalista da TV nacional no fim do ano passado. Profissionais de imprensa viraram alvo após a insatisfação dos insurgentes com a cobertura sobre assuntos que os envolvem.
De acordo com a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), a Somália ocupa o 172ª posição de 180 países em sua classificação sobre a liberdade de imprensa.
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