Jornalista se infiltra no Estado Islâmico para produzir documentário
Um jornalista conseguiu se infiltrar em uma célula do Estado Islâmico (EI), na França, após se passar por um jovem que queria fazer parte dogrupo Crédito:reprodução O jornalista usou o nome de Said Ramzi e conviveu com um grupo que planejava os ataques de Paris Segundo o TVI24, o trabalho, que durou seis meses, teve como objetivo produzir um documentário mostrando o que pensam os jovens que fazem parte do EI.
Atualizado em 03/05/2016 às 10:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
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Crédito:reprodução O jornalista usou o nome de Said Ramzi e conviveu com um grupo que planejava os ataques de Paris Segundo o TVI24, o trabalho, que durou seis meses, teve como objetivo produzir um documentário mostrando o que pensam os jovens que fazem parte do EI.
Durante o período, o jornalista usou o nome de Said Ramzi e conviveu com um grupo que planejava os ataques de Paris, em novembro de 2015, e conseguiu filmar e colher vários depoimentos.
Crédito:reprodução O jornalista usou o nome de Said Ramzi e conviveu com um grupo que planejava os ataques de Paris Segundo o TVI24, o trabalho, que durou seis meses, teve como objetivo produzir um documentário mostrando o que pensam os jovens que fazem parte do EI.
Durante o período, o jornalista usou o nome de Said Ramzi e conviveu com um grupo que planejava os ataques de Paris, em novembro de 2015, e conseguiu filmar e colher vários depoimentos.
O documentário, que foi ao ar na última segunda-feira (2/5) pela emissora francesa Canal+, mostra dois aspectos fundamentais para o crescimento do EI: a manipulação dos jovens e as falhas existentes no sistema policial.





