Jornalista Rodrigo Neto nomeará sala da Câmara Municipal de Ipatinga (MG)
O projeto aprovado dá nome à sala que sedia reuniões que investigam o assassinato do jornalista Rodrigo Neto de Faria, morto no ano passado.
Atualizado em 26/06/2014 às 18:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Câmara Municipal de Ipatinga (MG) aprovou, por unanimidade, o projeto que dá o nome do jornalista Rodrigo Neto de Faria, assassinado na noite do dia 8 de março de 2013, à sala de reuniões, localizada ao lado do plenário.
Crédito:Divulgação Jornalista dará nome a sala de reuniões da Câmara de Ipatinga (MG)
Segundo o G1, a proposição atende a uma reinvindicação do Comitê Rodrigo Neto que, desde sua formação, tem usado o local para encontros e trabalhos. “Com a aprovação do projeto, além de homenagearmos a pessoa do Rodrigo Neto, estaremos também homenageando o próprio Comitê, que hoje cumpre a missão de lutar para que a verdade seja esclarecida, seguindo a luta do radialista”, afirma Agnaldo Bicalho, um dos responsáveis pela iniciativa.
Com a aprovação da proposta, o setor competente do Poder Legislativo deve se encarregar de tomar as providências necessárias para o cumprimento da Resolução, incluindo uma placa que deverá identificar o local como “Sala Jornalista Rodrigo Neto de Faria”.
Atualmente, o comitê luta pela apuração dos motivos e os nomes dos eventuais mandantes do crime. A mobilização do grupo foi fundamental para garantir que a polícia chegasse aos nomes dos responsáveis pelos disparos.
O caso
Rodrigo Neto foi morto a tiros quando saía de um restaurante em Ipatinga, no Vale do Aço (MG). As investigações da Polícia Civil indicaram Alessandro Neves Augusto, conhecido como "Pitote", e o investigador Lúcio Lírio Leal como autores das execuções de Neto e também do fotógrafo Walgney Carvalho, assassinado por saber detalhes da morte do jornalista.
Crédito:Divulgação Jornalista dará nome a sala de reuniões da Câmara de Ipatinga (MG)
Segundo o G1, a proposição atende a uma reinvindicação do Comitê Rodrigo Neto que, desde sua formação, tem usado o local para encontros e trabalhos. “Com a aprovação do projeto, além de homenagearmos a pessoa do Rodrigo Neto, estaremos também homenageando o próprio Comitê, que hoje cumpre a missão de lutar para que a verdade seja esclarecida, seguindo a luta do radialista”, afirma Agnaldo Bicalho, um dos responsáveis pela iniciativa.
Com a aprovação da proposta, o setor competente do Poder Legislativo deve se encarregar de tomar as providências necessárias para o cumprimento da Resolução, incluindo uma placa que deverá identificar o local como “Sala Jornalista Rodrigo Neto de Faria”.
Atualmente, o comitê luta pela apuração dos motivos e os nomes dos eventuais mandantes do crime. A mobilização do grupo foi fundamental para garantir que a polícia chegasse aos nomes dos responsáveis pelos disparos.
O caso
Rodrigo Neto foi morto a tiros quando saía de um restaurante em Ipatinga, no Vale do Aço (MG). As investigações da Polícia Civil indicaram Alessandro Neves Augusto, conhecido como "Pitote", e o investigador Lúcio Lírio Leal como autores das execuções de Neto e também do fotógrafo Walgney Carvalho, assassinado por saber detalhes da morte do jornalista.





