Jornalista recupera bastidores do movimento estudantil universitário catarinense dos anos oitenta
Jornalista recupera bastidores do movimento estudantil universitário catarinense dos anos oitenta
Atualizado em 10/08/2005 às 08:08, por
Fonte: Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina.
Utilizando linguagem ficcional, o jornalista e ex-militante político Caê de Castro recupera a memória do movimento estudantil catarinense, restaurando e contextualizando a vida universitária na primeira metade da década de 1980. O livro Da cor amarela, escrito na primeira pessoa, e que tem como fio-condutor a luta pela redemocratização do País, principalmente a decisiva campanha das Diretas Já, tem lançamento marcado para a Assembléia Legislativa de Santa Catarina, no Dia do Estudante - 11 de agosto - a partir das 19 horas. A obra está sendo lançada pela Editora da UFSC.
Caê optou por uma espécie de romance autobiográfico, utilizando personagens e nomes reais. Ele narra episódios envolvendo estudantes, lideranças políticas, professores e pessoas da comunidade. Conta os bastidores de brigas, romances, festas, intrigas. Mostra o funcionamento da organização estudantil e revela a efetiva participação dos partidos políticos nas escolas e nas universidades. Sem adotar um caráter científico, devolve aos estudantes o papel histórico na luta contra a ditadura. Ou, como ele mesmo sublinha, tudo não limitou-se aos "caras pintadas". Para ele, a participação estudantil na campanha das Diretas Já foi relativizada pela Imprensa e pelos historiadores.
Caê de Castro é jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde integrou por quatro gestões o Diretório Central dos Estudantes (DCE). Foi coordenador estadual do Movimento Viração, tendência estudantil que tinha na liderança o ainda ministro Aldo Rebelo. Ocupou também o cargo de secretário geral do Partido Comunista do Brasil (PC do B). Hoje atua na Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Florianópolis.
Caê optou por uma espécie de romance autobiográfico, utilizando personagens e nomes reais. Ele narra episódios envolvendo estudantes, lideranças políticas, professores e pessoas da comunidade. Conta os bastidores de brigas, romances, festas, intrigas. Mostra o funcionamento da organização estudantil e revela a efetiva participação dos partidos políticos nas escolas e nas universidades. Sem adotar um caráter científico, devolve aos estudantes o papel histórico na luta contra a ditadura. Ou, como ele mesmo sublinha, tudo não limitou-se aos "caras pintadas". Para ele, a participação estudantil na campanha das Diretas Já foi relativizada pela Imprensa e pelos historiadores.
Caê de Castro é jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde integrou por quatro gestões o Diretório Central dos Estudantes (DCE). Foi coordenador estadual do Movimento Viração, tendência estudantil que tinha na liderança o ainda ministro Aldo Rebelo. Ocupou também o cargo de secretário geral do Partido Comunista do Brasil (PC do B). Hoje atua na Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Florianópolis.






