Jornalista questiona redes sociais por perguntas não respondidas em escândalo eleitoral

A jornalista Patricia Campos Mello usou sua conta no Twitter para questionar as plataformas sociais a respeito de perguntas não respondidas sobre as denúncias de um esquema pago por empresários para divulgar conteúdo anti-PT no WhatsApp durante a campanha eleitoral.

Atualizado em 14/11/2018 às 09:11, por Redação Portal IMPRENSA.

O recurso é proibido pela legislação eleitoral. A reportagem revelando o caso foi feita por Patricia e publicada na Folha de S. Paulo. Crédito:Reprodução

Em uma sequência de postagens intitulada "Dez Perguntas sem Resposta" no Twitter, a repórter relacionou uma série de questões que ficaram sem ser respondidas pelo WhatsApp e Facebook sobre o caso. Em um de seus questionamentos, direcionado à plataforma de troca de mensagens diretas, Patricia escreveu: "Quantas contas ligadas às agências foram banidas? Quantas msgs foram enviadas dos números ligados às agências? Quais os números detectados pelo envio anormal de msgs? Qual aumento de msgs nos últimos 12 ms e queda nos últimos 30 dias?"


A reportagem foi publicada em outubro, pouco antes do segundo turno eleitoral. Por causa dela, Patricia e outros profissionais que participaram da apuração e produção da matéria foram alvo de assédio nas redes sociais.