Jornalista que sofreu agressão de treinador quer revanche até na "porta do cemitério"
Após 15 anos, Nelson Cilo se lembra da polêmica briga que teve com Jair Picerni. Ele deseja reencontrar treinador para reeditar confronto.
Atualizado em 12/11/2014 às 17:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Passados quase 15 anos, o jornalista Nelson Cilo ainda lembra com muito pesar a briga na qual foi protagonista numa partida do São Caetano, que hoje disputa a série D do Brasileirão. Naquela ocasião, a equipe disputava a final da Copa João Havelange e treinador Jair Picerni, confrontou o repórter numa luta com socos, chutes e cabeçadas.
Crédito:Reprodução Jornalista quer reeditar briga com Jair Picerni
Segundo o portal UOL, o então jornalista do Diário do Grande ABC saiu do duelo sangrando. Se por um lado o técnico quer esquecer do episódio, Cilo deseja reeditar a batalha. "Hoje, eu tenho 66 anos e essa conta para pagar. Um homem honesto não esquece quando sofre uma injustiça", diz o atual editor do jornal Voz da Terra , de Assis (SP).
Ao falar sobre o novo duelo, o repórter imagina o cenário da luta. "Eu desafio o Picerni a se encontrar novamente comigo, sem os seguranças dele que me agrediram da outra vez. Eu e ele em qualquer lugar, até na porta do cemitério, se ele quiser. Vai mais uma pessoa para gravar e colocar no YouTube. Não interessa se eu vou ganhar ou perder, eu só quero a chance da revanche", diz.
Questionado sobre o depoimento do comunicador, o técnico Jair Picerni riu da proposta. "Nem sei falar o nome desse cara, nem sei a cara dele. Não sou baderneiro para ficar brigando. O que passou, passou".
O embate entre os desafetos foi parar até nos tribunais. O jornalista processou o treinador na Justiça comum e na criminal.
As representações foram requeridas pelo editor. "Na criminal, ele foi obrigado a pagar cestas básicas para instituições beneficentes. É uma condenação moral. Na outra, ele foi absolvido. A juíza ficava pedindo autógrafo para ele, acha que ia ser condenado?", afirma Cilo. No entanto, o técnico respondeu aos comentários do rival e declarou que ganhou uma das ações movidas por Nelson. "Ele apanhou e entrou na justiça para ganhar R$ 350 mil de mim e outros R$ 350 mil do São Caetano. Queria ganhar no mole, perdeu. A Justiça falou e para mim, o assunto acabou", diz Picerni.
Embora queira brigar novamente, o repórter afirma que não tem ódio de Picerni. "Eu só não gosto de covardia. Já tive duas chances de me acertar com ele, mas recusei porque seria covarde”. O profissional de imprensa conta que, uma vez, quando estava com amigos num bar na praia de Pitangueiras, no Guarujá, viu o treinador passeando próximo do estabelecimento. “Eles queriam falar com ele e eu não deixei. Teve também uns torcedores do Santo André que gostam de mim e queriam acertar o Picerni. Não deixei. Eu quero é mano a mano, com câmera gravando", disse.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução Jornalista quer reeditar briga com Jair Picerni
Segundo o portal UOL, o então jornalista do Diário do Grande ABC saiu do duelo sangrando. Se por um lado o técnico quer esquecer do episódio, Cilo deseja reeditar a batalha. "Hoje, eu tenho 66 anos e essa conta para pagar. Um homem honesto não esquece quando sofre uma injustiça", diz o atual editor do jornal Voz da Terra , de Assis (SP).
Ao falar sobre o novo duelo, o repórter imagina o cenário da luta. "Eu desafio o Picerni a se encontrar novamente comigo, sem os seguranças dele que me agrediram da outra vez. Eu e ele em qualquer lugar, até na porta do cemitério, se ele quiser. Vai mais uma pessoa para gravar e colocar no YouTube. Não interessa se eu vou ganhar ou perder, eu só quero a chance da revanche", diz.
Questionado sobre o depoimento do comunicador, o técnico Jair Picerni riu da proposta. "Nem sei falar o nome desse cara, nem sei a cara dele. Não sou baderneiro para ficar brigando. O que passou, passou".
O embate entre os desafetos foi parar até nos tribunais. O jornalista processou o treinador na Justiça comum e na criminal.
As representações foram requeridas pelo editor. "Na criminal, ele foi obrigado a pagar cestas básicas para instituições beneficentes. É uma condenação moral. Na outra, ele foi absolvido. A juíza ficava pedindo autógrafo para ele, acha que ia ser condenado?", afirma Cilo. No entanto, o técnico respondeu aos comentários do rival e declarou que ganhou uma das ações movidas por Nelson. "Ele apanhou e entrou na justiça para ganhar R$ 350 mil de mim e outros R$ 350 mil do São Caetano. Queria ganhar no mole, perdeu. A Justiça falou e para mim, o assunto acabou", diz Picerni.
Embora queira brigar novamente, o repórter afirma que não tem ódio de Picerni. "Eu só não gosto de covardia. Já tive duas chances de me acertar com ele, mas recusei porque seria covarde”. O profissional de imprensa conta que, uma vez, quando estava com amigos num bar na praia de Pitangueiras, no Guarujá, viu o treinador passeando próximo do estabelecimento. “Eles queriam falar com ele e eu não deixei. Teve também uns torcedores do Santo André que gostam de mim e queriam acertar o Picerni. Não deixei. Eu quero é mano a mano, com câmera gravando", disse.
Assista ao vídeo:





