Jornalista que orquestrou assassinato de colegas é condenado à morte na Somália
O jornalista Hassan Hanafi foi condenado à morte pelo tribunal militar da Somália por participar de um plano da Shebab, grupo jihadista ligado à Al-Qaeda, que levou ao assassinato de cinco profissionais de imprensa.
Atualizado em 04/03/2016 às 13:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
à morte pelo tribunal militar da Somália por participar de um plano da Shebab, grupo jihadista ligado à Al-Qaeda, que levou ao assassinato de cinco profissionais de imprensa.
Crédito:Reprodução Jornalista ajudou no assassinato de cinco repórteres
De acordo com o jornal Expresso , entre 2007 e 2011, Hanafi identificou possíveis alvos para o grupo, que ameaçava os profissionais de morte caso se recusassem a participar da rede de jihadistas.
“Todas as provas apresentadas em sustentação do caso e as testemunhas mostraram que teve um papel chave na orquestração e execução do assassinato de diversos jornalistas”, informou o juiz Hassan Ali.
O tribunal militar determinou que a pena capital será executada por um pelotão de fuzilamento. Segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), mais de 25 jornalistas foram mortos na Somália em 2007.
Hassan Hanafi trabalhava para a Rádio Andalus, um órgão de comunicação da Shebab na Somália.
Crédito:Reprodução Jornalista ajudou no assassinato de cinco repórteres
De acordo com o jornal Expresso , entre 2007 e 2011, Hanafi identificou possíveis alvos para o grupo, que ameaçava os profissionais de morte caso se recusassem a participar da rede de jihadistas.
“Todas as provas apresentadas em sustentação do caso e as testemunhas mostraram que teve um papel chave na orquestração e execução do assassinato de diversos jornalistas”, informou o juiz Hassan Ali.
O tribunal militar determinou que a pena capital será executada por um pelotão de fuzilamento. Segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), mais de 25 jornalistas foram mortos na Somália em 2007.
Hassan Hanafi trabalhava para a Rádio Andalus, um órgão de comunicação da Shebab na Somália.





