Jornalista que denunciou sequestros do crime organizado é raptado no México
Gregorio Jiménez, 40, repórter do jornal Notisur, foi sequestrado, na madrugada desta quinta-feira (6/2), na cidade de Coatzacoalcos, no México.
Atualizado em 06/02/2014 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
jornal Notisur , foi sequestrado, na madrugada desta quinta-feira (6/2), na cidade de Coatzacoalcos, no México. O jornalista denunciava nos últimos dias uma onda de sequestros em seu bairro, Allende, supostamente orquestrados pelo crime organizado local.
Crédito:Reprodução Após denunciar sequestro, jornalista é raptado no México De acordo com o El País Brasil , a família de Jiménez contou para as autoridades que um grupo de homens armados entrou na casa, ameaçou com uma faca o jornalista e o levou para uma caminhonete, que partiu a toda velocidade por volta das 7h30 da madrugada.
O exército, a polícia federal e a marinha afirmam que estão realizando buscas desde então. Porém, o filho do jornalista contou ao El País que duvida. "Vão e vêm policiais [à casa] e não fazem nada, só perguntam. Não vemos nenhum helicóptero", diz.
Jiménez soma seu nome a uma longa lista de jornalistas vítimas de seu próprio trabalho de investigação e denúncia do crime organizado. O repórter Miguel Ángel López foi assassinado em junho de 2011, assim como Regina Martínez, correspondente da revista Processo .
O caso de Jiménez, como o de Milo, Regina e de outros 18 jornalistas assassinados ou desaparecidos no México durante a última década, segue sem solução. O governo afirma que está trabalhando em programas de segurança para prevenir esse tipo de crime.
Crédito:Reprodução Após denunciar sequestro, jornalista é raptado no México De acordo com o El País Brasil , a família de Jiménez contou para as autoridades que um grupo de homens armados entrou na casa, ameaçou com uma faca o jornalista e o levou para uma caminhonete, que partiu a toda velocidade por volta das 7h30 da madrugada.
O exército, a polícia federal e a marinha afirmam que estão realizando buscas desde então. Porém, o filho do jornalista contou ao El País que duvida. "Vão e vêm policiais [à casa] e não fazem nada, só perguntam. Não vemos nenhum helicóptero", diz.
Jiménez soma seu nome a uma longa lista de jornalistas vítimas de seu próprio trabalho de investigação e denúncia do crime organizado. O repórter Miguel Ángel López foi assassinado em junho de 2011, assim como Regina Martínez, correspondente da revista Processo .
O caso de Jiménez, como o de Milo, Regina e de outros 18 jornalistas assassinados ou desaparecidos no México durante a última década, segue sem solução. O governo afirma que está trabalhando em programas de segurança para prevenir esse tipo de crime.





