Jornalista que acusa Feliciano de assédio é mitomaníaca, aponta laudo da polícia
Um laudo psicológico divulgado pela Polícia Civil de São Paulo (SP) na última sexta-feira (19/8) indicou que a jornalista Patrícia Lélis é &
Atualizado em 22/08/2016 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um laudo psicológico divulgado pela Polícia Civil de São Paulo (SP) na última sexta-feira (19/8) indicou que a jornalista Patrícia Lélis é "mitomaníaca", transtorno de personalidade que faz com que minta compulsivamente.
Crédito:Reprodução/Facebook Patrícia Lélis, de 22 anos, foi diagnosticada com transtorno que faz com que minta compulsivamente
De acordo com o G1, o delegado Luiz Roberto Hellmeister, do 3º DP, deve anexar à investigação o que considera "ser perfil psicológico da jornalista que demonstra que ela mente reiteradamente." A advogada da jovem, Rebeca Novaes Aguiar, disse que outra psicóloga já havia mencionado que sua cliente poderia ter "mitomania", mas que o diagnóstico não era conclusivo. Patrícia foi indiciada na última quinta-feira (18/8) por denúncia caluniosa e extorsão após acusar deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por assédio sexual e o chefe de gabinete do parlamentar, Talma Bauer, por tentar acobertar o caso.
A jornalista também é investigada por ameaça após uma gravação em que aparece ordenando que o assessor parlamentar de Feliciano matasse um amigo dela. No início do mês ela havia acusado Bauer de sequestrá-la e mantê-la em cárcere privado, além de ameaçá-la.
O chefe de gabinete do pastor chegou a ser preso, mas foi liberado após negar as acusações. Em depoimento à policia, ele revelou que pagou R$ 20 mil a um amigo da jornalista para que ela parasse de acusar o deputado.
Crédito:Reprodução/Facebook Patrícia Lélis, de 22 anos, foi diagnosticada com transtorno que faz com que minta compulsivamente
De acordo com o G1, o delegado Luiz Roberto Hellmeister, do 3º DP, deve anexar à investigação o que considera "ser perfil psicológico da jornalista que demonstra que ela mente reiteradamente." A advogada da jovem, Rebeca Novaes Aguiar, disse que outra psicóloga já havia mencionado que sua cliente poderia ter "mitomania", mas que o diagnóstico não era conclusivo. Patrícia foi indiciada na última quinta-feira (18/8) por denúncia caluniosa e extorsão após acusar deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por assédio sexual e o chefe de gabinete do parlamentar, Talma Bauer, por tentar acobertar o caso.
A jornalista também é investigada por ameaça após uma gravação em que aparece ordenando que o assessor parlamentar de Feliciano matasse um amigo dela. No início do mês ela havia acusado Bauer de sequestrá-la e mantê-la em cárcere privado, além de ameaçá-la.
O chefe de gabinete do pastor chegou a ser preso, mas foi liberado após negar as acusações. Em depoimento à policia, ele revelou que pagou R$ 20 mil a um amigo da jornalista para que ela parasse de acusar o deputado.





