Jornalista provoca acidente e mata motorista em São Paulo
O jornalista Denilson Lucio de Oliveira, gerente sênior de atendimento da agência CDN, provocou um acidente na zona sul de São Paulo que acabou matando o assessor legislativo Domingos Souza de Jesus.
Atualizado em 29/06/2015 às 15:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
gerente sênior de atendimento da agência CDN, provocou um acidente na zona sul de São Paulo que acabou matando o assessor legislativo Domingos Souza de Jesus. Na madrugada de domingo (28/6), o assessor levava a sogra na rodoviária do Tietê quando seu veículo foi atingido pelo de Oliveira, que invadiu a contramão na Avenida Rubem Berta.
De acordo com o Agora , o jornalista se recusou a fazer o teste do bafômetro. Algumas horas depois, já na delegacia, ele se submeteu ao exame e contou que havia consumido bebidas alcoólicas em uma casa noturna no bairro da Liberdade. Além disso, a polícia afirma ter encontrado um cachimbo e indícios do uso de cocaína dentro do carro de Oliveira, fato negado por ele.
O jornalista foi encaminhado ao hospital após o acidente e, em seguida foi levado à delegacia, onde foi detido. Ele vai responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar), tentativa de homicídio e embriaguez ao volante. Além de Domingos, outras três pessoas estavam dentro do veículo atingido, mas não correm risco de morte.
De acordo com o Agora , o jornalista se recusou a fazer o teste do bafômetro. Algumas horas depois, já na delegacia, ele se submeteu ao exame e contou que havia consumido bebidas alcoólicas em uma casa noturna no bairro da Liberdade. Além disso, a polícia afirma ter encontrado um cachimbo e indícios do uso de cocaína dentro do carro de Oliveira, fato negado por ele.
O jornalista foi encaminhado ao hospital após o acidente e, em seguida foi levado à delegacia, onde foi detido. Ele vai responder por homicídio doloso (quando há intenção de matar), tentativa de homicídio e embriaguez ao volante. Além de Domingos, outras três pessoas estavam dentro do veículo atingido, mas não correm risco de morte.
Contatada por IMPRENSA, a CDN afirmou que não faria nenhum comentário a respeito do caso.





