Jornalista paraense perde processo no STJ e desiste de recurso por falta de dinheiro
Na próxima terça-feira (28/2) vence o prazo do recurso que Lúcio Flávio Pinto, o ex-correspondente do O Estado de S.Paulo, poderia apresenta
Na próxima terça-feira (28/2) vence o prazo do recurso que Lúcio Flávio Pinto, o ex-correspondente do O Estado de S.Paulo , poderia apresentar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) no processo por danos morais movido por um grande empresário acusado de grilagem de terras. Sem recursos o jornalista decidiu não recorrer mais.
Leia também
-
-
-
Em seu blog Jornal Pessoal, o jornalista disse não ter mais recursos para para sustentar uma representação desse porte, bem como para arcar com a indenização que me foi imputada. 'Eu teria ainda de me submeter outra vez a um tribunal no qual não tenho mais fé alguma'.
O jornalista é processado pelo empresário Cecílio do Rego Monteiro, dono de uma grande construtora e morto em 2008, após publicação de uma reportagem, em 1999, onde Lúcio Flávio o chamou de 'pirata fundiário' por se apossar de imensa área de terras do Vale do Rio Xingu, que, de acordo com a própria Justiça Federal, pertencem à União.
Na primeira decisão do caso, em 2006, o TJ paraense aceitou a queixa do empresário e impôs ao jornalista pagamento de uma indenização no valor de R$ 8 mil. Lúcio Flávio recorreu e a sentença do STJ foi dada contra eleno último dia 7 por Ari Parglender, presidente do tribunal.
Para arquivar o recurso, Parglender alegou falhas formais. No entanto, não anunciou o valor corrigido da indenização, que deverá ser paga aos herdeiros do empresário. Enquanto o valor não é determinado pela Justiça, amigos do jornalista fazem campanha para ajudá-lo a pagar a indenização.
Com informações do O Estado de S.Paulo .






