Jornalista norte-americano ligado a acidente da Gol será julgado em Curitiba (PR)
O jornalista norte-americano Joe Sharkey, presente no acidente aéreo envolvendo o jato Legacy e um avião da Gol, em que 154 pessoas morreram
Atualizado em 16/11/2011 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Atualizada às 17h18 de 17/11/2011
, em 2006, será julgado nesta quinta-feira (17), na 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, em Curitiba (PR). Sharkey responde processo cível movido por Rosane Gutjahr, que perdeu o marido no acidente, em razão de textos e artigos publicados em seu blog, considerados ofensivos e desrespeitosos à população e instituições brasileiras.
Após a tragédia, Sharkey escreveu que os jornalistas brasileiros eram "bobos" e que o Brasil era culpado pela colisão dos aviões. "É um absurdo ele tentar culpar as autoridades e a mídia brasileira por erros que os pilotos norte-americanos cometeram e que levaram à morte de 154 pessoas, entre elas, o meu marido. Os familiares esperam que o juiz o condene por todas as mentiras que escreveu", afirmou a viúva.
A Justiça contesta declarações em que ele afirma que o Brasil é uma "terra maluca" ( crazy land ) e que a imprensa "diz amém a tudo". "O Brasil é um lugar onde as autoridades instáveis lutam para se eximir da culpa", declarou o jornalista. "Ele permitiu, em sua página, comentários agressivos contra os brasileiros no caso do acidente e escreveu matérias para o The New York Times , consideradas inverídicas", conforme afirma a Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907.
A Associação diz, ainda, que ele foi condenado em processos anteriores (criminal) pelas autoridades, mas, segundo o advogado da organização, Dante D'Aquino, o culpado não apresentou defesa. Sobre a Justiça brasileira, o jornalista postou comentários irônicos, questionando seu "grau de precisão e honestidade".
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) manifestou apoio ao processo contra Sharkey.
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, em 2006, será julgado nesta quinta-feira (17), na 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, em Curitiba (PR). Sharkey responde processo cível movido por Rosane Gutjahr, que perdeu o marido no acidente, em razão de textos e artigos publicados em seu blog, considerados ofensivos e desrespeitosos à população e instituições brasileiras.
Após a tragédia, Sharkey escreveu que os jornalistas brasileiros eram "bobos" e que o Brasil era culpado pela colisão dos aviões. "É um absurdo ele tentar culpar as autoridades e a mídia brasileira por erros que os pilotos norte-americanos cometeram e que levaram à morte de 154 pessoas, entre elas, o meu marido. Os familiares esperam que o juiz o condene por todas as mentiras que escreveu", afirmou a viúva.
A Justiça contesta declarações em que ele afirma que o Brasil é uma "terra maluca" ( crazy land ) e que a imprensa "diz amém a tudo". "O Brasil é um lugar onde as autoridades instáveis lutam para se eximir da culpa", declarou o jornalista. "Ele permitiu, em sua página, comentários agressivos contra os brasileiros no caso do acidente e escreveu matérias para o The New York Times , consideradas inverídicas", conforme afirma a Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907.
A Associação diz, ainda, que ele foi condenado em processos anteriores (criminal) pelas autoridades, mas, segundo o advogado da organização, Dante D'Aquino, o culpado não apresentou defesa. Sobre a Justiça brasileira, o jornalista postou comentários irônicos, questionando seu "grau de precisão e honestidade".
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) manifestou apoio ao processo contra Sharkey.
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