Jornalista muçulmana é condenada a um ano de prisão no Egito
A Justiça do Egito condenou, na última segunda-feira (17/3), a jornalista Samah Ibrahim, do jornal muçulmano Libertad y Justicia, a um
Atualizado em 18/03/2014 às 18:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Justiça do Egito condenou, na última segunda-feira (17/3), a jornalista Samah Ibrahim, do jornal muçulmano Libertad y Justicia , a um ano de prisão sob a acusação de "tentar criar obstáculos em referendo constitucional" no início do ano.
De acordo com a agência EFE, Samah foi presa junto com outras nove pessoas enquanto cobria uma manifestação de apoiadores do ex-presidente Mohamed Mursi, contra o referendo realizado no dia 14 de janeiro.
O presidente do Sindicato Egípcio de Jornalistas, Hesham Yunes, afirmou que a instituição exigiu ao governo a libertação da profissional, "presa enquanto exercia seu trabalho".
Grupos em defesa dos direitos humanos têm condenado as autoridades do Egito, a quem acusam de promover perseguição aos profissionais da imprensa. Desde dezembro, jornalistas do canal de TV catariano Al-Jazeera estão presos no país, aguardando julgamento por "divulgar notícias falsas".
De acordo com a agência EFE, Samah foi presa junto com outras nove pessoas enquanto cobria uma manifestação de apoiadores do ex-presidente Mohamed Mursi, contra o referendo realizado no dia 14 de janeiro.
O presidente do Sindicato Egípcio de Jornalistas, Hesham Yunes, afirmou que a instituição exigiu ao governo a libertação da profissional, "presa enquanto exercia seu trabalho".
Grupos em defesa dos direitos humanos têm condenado as autoridades do Egito, a quem acusam de promover perseguição aos profissionais da imprensa. Desde dezembro, jornalistas do canal de TV catariano Al-Jazeera estão presos no país, aguardando julgamento por "divulgar notícias falsas".





