Jornalista iraquiano, crítico ao governo, é morto a tiros em Bagdá
O jornalista iraquiano Hadi al-Mehdi, conhecido por criticar o governo em programas de rádio e organizar protestos pelo Facebook, foi morto na noite da última quinta-feira (8) por soldados do Exército iraquiano, noticia o .
Atualizado em 09/09/2011 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
conhecido por criticar o governo em programas de rádio de uma emissora de Bagdá e por organizar protestos pelo Facebook, foi morto na noite da última quinta-feira (8) por soldados do Exército iraquiano, noticia o . Em seus programas de rádio, ele reivindicava, das autoridades, melhorias no fornecimento de água, eletricidade e outros serviços públicos de qualidade
Segundo informações da polícia, ele foi abordado por homens com pistolas silenciosas e baleado, no bairro de al-Jidida, na capital iraquiana. A morte foi confirmada por um médico do hospital para o qual foi levado e que não se identificou devido ao sigilo da informação.
Al-Mehdi foi um dos quatro jornalistas que afirmam ter sido seqüestrado no dia 25 de fevereiro, dia de um levante popular contra o governo conhecido como "Dia da Ira", por soldados do exército iraquiano. O radialista declarou que sofreu tortura durante o tempo em que passou no cativeiro. Os presos eram acusados de estar associados ao Partido Baath, que governou o país durante a ditadura de Saddam Hussein. Todos negaram ter ligações com terroristas.
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Segundo informações da polícia, ele foi abordado por homens com pistolas silenciosas e baleado, no bairro de al-Jidida, na capital iraquiana. A morte foi confirmada por um médico do hospital para o qual foi levado e que não se identificou devido ao sigilo da informação.
Al-Mehdi foi um dos quatro jornalistas que afirmam ter sido seqüestrado no dia 25 de fevereiro, dia de um levante popular contra o governo conhecido como "Dia da Ira", por soldados do exército iraquiano. O radialista declarou que sofreu tortura durante o tempo em que passou no cativeiro. Os presos eram acusados de estar associados ao Partido Baath, que governou o país durante a ditadura de Saddam Hussein. Todos negaram ter ligações com terroristas.
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