Jornalista inglês sofre assalto no RJ, mas mantém otimismo sobre sucesso da Copa
O jornalista Ian Herbert está passando por todas as cidades-sede da Copa do Mundo no Brasil e contando sua experiência para o diário londrino The Independent .
Atualizado em 24/03/2014 às 16:03, por
Redação Portal IMPRENSA.
Mesmo com a perda de dinheiro e celulares, ele mantém otimismo com o evento.
Crédito:Reprodução Apesar do assalto, jornalista acha que Copa no Brasil terá pontos positivos
Segundo o UOL, o repórter descreve as situações que viveu no país do futebol com os pontos positivos e negativos que conseguiu enxergar. "Haverá muito caos à frente (durante a Copa), e uma das penúrias será a criminalidade. Mas isso não significa que a Copa do Mundo não vai funcionar. (...) O torneio que está para começar talvez tenha imperfeições, mas ficará na memória por muito tempo”.
A reportagem do diário britânico apresenta o Brasil como um país em desenvolvimento, com uma jovem democracia e um povo otimista e cordial, que tem sérios problemas de infraestrutura. Entretanto, ressalta que o país está em um processo de crescimento e modernização. A análise sobre Manaus, um dos destinos da seleção inglesa no evento, revela o excesso de modelos de tomada no Brasil, mas elogia o estádio equipado com fibra ótica, que permite o envio de emails diretamente das margens do rio Amazonas.
“Esta não é exatamente a imagem que nós (ingleses) temos da remota cidade de Manaus, uma sofisticada e impressionante cidade, que se incomoda com o que enxerga como uma visão negativa britânica. O Brasil está oferecendo 12 sedes nesta Copa do Mundo, mais do que o mínimo exigido pela Fifa, com o objetivo de vender ao mundo uma imagem mais ampla sobre o que o país tem a oferecer", conclui.
Crédito:Reprodução Apesar do assalto, jornalista acha que Copa no Brasil terá pontos positivos
Segundo o UOL, o repórter descreve as situações que viveu no país do futebol com os pontos positivos e negativos que conseguiu enxergar. "Haverá muito caos à frente (durante a Copa), e uma das penúrias será a criminalidade. Mas isso não significa que a Copa do Mundo não vai funcionar. (...) O torneio que está para começar talvez tenha imperfeições, mas ficará na memória por muito tempo”.
A reportagem do diário britânico apresenta o Brasil como um país em desenvolvimento, com uma jovem democracia e um povo otimista e cordial, que tem sérios problemas de infraestrutura. Entretanto, ressalta que o país está em um processo de crescimento e modernização. A análise sobre Manaus, um dos destinos da seleção inglesa no evento, revela o excesso de modelos de tomada no Brasil, mas elogia o estádio equipado com fibra ótica, que permite o envio de emails diretamente das margens do rio Amazonas.
“Esta não é exatamente a imagem que nós (ingleses) temos da remota cidade de Manaus, uma sofisticada e impressionante cidade, que se incomoda com o que enxerga como uma visão negativa britânica. O Brasil está oferecendo 12 sedes nesta Copa do Mundo, mais do que o mínimo exigido pela Fifa, com o objetivo de vender ao mundo uma imagem mais ampla sobre o que o país tem a oferecer", conclui.





