Jornalista holandês compra passaporte sírio falso e teme entrada de terroristas na Europa
Harald Doornbos, jornalista holandês que trabalha para a revista Dutch Nieuwe Revu, informou que conseguiu comprar um passaporte sírio
Atualizado em 17/09/2015 às 15:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Harald Doornbos, jornalista holandês que trabalha para a revista Dutch Nieuwe Revu , informou que conseguiu comprar um falso com a imagem de Mark Rutte, primeiro-ministro dos Países Baixos.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista teme que facilidade para obter documentos falsos ajude jihadistas a entrar na Europa
Segundo o RT, o jornalista disse que com 825 dólares qualquer pessoa pode comprar o documento falso e se apresentar como um cidadão sírio. Em sua conta no Twitter, Harald revelou que só teve que fazer uma ligação e esperar 40 horas para o documento ficar pronto.
Ele teme que, por ser facilmente encontrado, combatentes sírios e jihadistas também possam adquirir o passaporte. Caso isso aconteça, os terroristas poderiam facilmente entrar em países europeus e cometer atrocidades.
Fontes do repórter afirmam que membros do Estado Islâmico e da Al Qaeda compram os documentos falsos para passar pelas áreas dominadas pelos jihadistas e entram na cidade turca de Bodrum, onde se pode chegar na Grécia de maneira ilegal.
Doornbos diz ainda que a partir da Grécia, a chegada em outros países se torna muito mais fácil. Ele alega: “na Grécia, a pessoa mostra seu passaporte sírio falso às autoridades, mas os gregos não sabem que não se trata de um refugiado sírio e sim de um terrorista”.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista teme que facilidade para obter documentos falsos ajude jihadistas a entrar na Europa
Segundo o RT, o jornalista disse que com 825 dólares qualquer pessoa pode comprar o documento falso e se apresentar como um cidadão sírio. Em sua conta no Twitter, Harald revelou que só teve que fazer uma ligação e esperar 40 horas para o documento ficar pronto.
Ele teme que, por ser facilmente encontrado, combatentes sírios e jihadistas também possam adquirir o passaporte. Caso isso aconteça, os terroristas poderiam facilmente entrar em países europeus e cometer atrocidades.
Fontes do repórter afirmam que membros do Estado Islâmico e da Al Qaeda compram os documentos falsos para passar pelas áreas dominadas pelos jihadistas e entram na cidade turca de Bodrum, onde se pode chegar na Grécia de maneira ilegal.
Doornbos diz ainda que a partir da Grécia, a chegada em outros países se torna muito mais fácil. Ele alega: “na Grécia, a pessoa mostra seu passaporte sírio falso às autoridades, mas os gregos não sabem que não se trata de um refugiado sírio e sim de um terrorista”.





