Jornalista francês foi morto por grupos rebeldes na Síria, diz Le Figaro
O jornalista francês Gilles Jacquier, que morreu na Síria por um disparo de morteiro em 11 de janeiro , foi vítima de grupos aramados rebeldes que lutam contra o regime de Bashar al-Assad e não de forças armadas do governo sírio, segundo reportagem do último sábado (21), no jornal francês Le Figaro .
Atualizado em 23/01/2012 às 10:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
que morreu na Síria por um disparo de morteiro em 11 de janeiro , foi vítima de grupos aramados rebeldes que lutam contra o regime de Bashar al-Assad e não de forças armadas do governo sírio, segundo reportagem do último sábado (21), no jornal francês Le Figaro .
Na matéria, o jornal cita uma fonte anônima da Liga Árabe. “Sabemos que houve um ataque do Exército Sírio Livre. Os rebeldes foram provocados pelos milicianos pró-Assad e quiseram dar uma lição, para amedrontrá-los. Sabemos que os disparos provêm de Bab Sbah (bastião da oposição)”, diz a fonte ao Le Figaro .
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Na matéria, o jornal cita uma fonte anônima da Liga Árabe. “Sabemos que houve um ataque do Exército Sírio Livre. Os rebeldes foram provocados pelos milicianos pró-Assad e quiseram dar uma lição, para amedrontrá-los. Sabemos que os disparos provêm de Bab Sbah (bastião da oposição)”, diz a fonte ao Le Figaro .
Jacquier foi morto na cidade de Homs, leste da Síria . Ele fazia parte de um grupo de jornalistas convidados pelo governo sírio para verificar a situação no país. O repórter era do canal TVFrance 2 , um dos principais da França e trabalhou nos últimos dez anos em países como Iraque, Afeganistão, Kosovo, Israel, Haiti e Argélia.
As informações são do portal da revista Época .
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