Jornalista falsamente acusado de homicídio exige retratação da justiça na Irlanda
Ian Bailey entrou com uma ação contra os ex-promotores públicos que o colocaram entre os suspeitos do crime no fim da década de 1990.
Atualizado em 27/10/2014 às 18:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após ter sido acusado de assassinato e até ter sido preso como o principal suspeito da morte de uma cineasta francesa em 1996, o jornalista britânico Ian Bailey conseguiu provar sua inocência. Agora, ele move uma ação na Suprema Corte da Irlanda contra os ex-promotores que o perseguiram.
Crédito:Reprodução Jornalista cursou direito para se defender das acusações
Segundo o The Guardian , o corpo violentado de Sophie Toscan du Plantier foi encontrado pela polícia irlandesa em dezembro de 1996. Bailey foi apontado como principal suspeito do crime e chegou a ser preso. Por falta de provas, o jornalista acabou libertado. Até hoje, a morte da francesa continua sem solução.
Bailey se formou em direito e, 18 anos depois do caso, move uma ação contra James Hamilton e Eamonn Barnes, os promotores que o colocaram na lista de suspeitos. É a primeira vez na história da Irlanda que ex-funcionários públicos são convocados a depor num julgamento civil. As audiências começam no próximo dia 5 de novembro
Crédito:Reprodução Jornalista cursou direito para se defender das acusações
Segundo o The Guardian , o corpo violentado de Sophie Toscan du Plantier foi encontrado pela polícia irlandesa em dezembro de 1996. Bailey foi apontado como principal suspeito do crime e chegou a ser preso. Por falta de provas, o jornalista acabou libertado. Até hoje, a morte da francesa continua sem solução.
Bailey se formou em direito e, 18 anos depois do caso, move uma ação contra James Hamilton e Eamonn Barnes, os promotores que o colocaram na lista de suspeitos. É a primeira vez na história da Irlanda que ex-funcionários públicos são convocados a depor num julgamento civil. As audiências começam no próximo dia 5 de novembro





