Jornalista ex-CBS processa Justiça dos EUA e agentes federais por espionagem
A jornalista Sharyl Attkisson, ex-correspondente da CBS está processando o departamento de Justiça, o serviço de correspondência ediversos funcionários federais por supostamente hackearem seus computadores quando ela investigava informações críticas da administração do presidente Barack Obama.
Atualizado em 06/01/2015 às 13:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
da CBS, está processando o departamento de Justiça, o serviço de correspondência e diversos funcionários federais por supostamente hackearem seus computadores quando ela investigava informações críticas da administração do presidente Barack Obama.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista acusa governo de hackear seus aparelhos eletrônicos
Segundo o portal RT, ela alega que exames forenses nos computadores revelaram que hackers utilizaram "métodos sofisticados" para monitorar seu trabalho entre 2011 e 2013. Nesse período, a experiente jornalista apurava informações de tráfico de armas envolvendo agentes federais, permitindo que elas fossem compradas por cartéis mexicanos de drogas. O caso ficou conhecido como "Velozes e Furiosos".
Sharyl também estava investigando o controverso ataque ao diplomata americano na missão em Benghazi, na Líbia. No processo, ela afirma que a primeira e a quarta emenda da Constituição dos Estados Unidos foram violadas, e pede indenização.
A denúncia, apresentada em Washington, afirma que sua família começou a notar "anomalias" em vários dispositivos eletrônicos em sua casa na Virginia", entre elas dois computadores que ligavam e desligavam durante a noite, sem interferência de ninguém, o alarme da casa que disparava em diferentes momentos, problemas na linha do telefone e na televisão. Em comunicado na última segunda-feira (05/01), o Departamento de Justiça negou qualquer envolvimento no caso.
A jornalista pediu demissão em março de 2014, após reclamar que estava perdendo espaço e não conseguia mais levar suas reportagens investigativas ao ar. Os detalhes do caso podem ser conferidos em seu livro "Stonewalled: A luta de uma Reporter for Truth contra as forças de obstrução, intimidação e assédio em Washington de Obama", lançado em novembro do mesmo ano.
Crédito:Reprodução/Twitter Jornalista acusa governo de hackear seus aparelhos eletrônicos
Segundo o portal RT, ela alega que exames forenses nos computadores revelaram que hackers utilizaram "métodos sofisticados" para monitorar seu trabalho entre 2011 e 2013. Nesse período, a experiente jornalista apurava informações de tráfico de armas envolvendo agentes federais, permitindo que elas fossem compradas por cartéis mexicanos de drogas. O caso ficou conhecido como "Velozes e Furiosos".
Sharyl também estava investigando o controverso ataque ao diplomata americano na missão em Benghazi, na Líbia. No processo, ela afirma que a primeira e a quarta emenda da Constituição dos Estados Unidos foram violadas, e pede indenização.
A denúncia, apresentada em Washington, afirma que sua família começou a notar "anomalias" em vários dispositivos eletrônicos em sua casa na Virginia", entre elas dois computadores que ligavam e desligavam durante a noite, sem interferência de ninguém, o alarme da casa que disparava em diferentes momentos, problemas na linha do telefone e na televisão. Em comunicado na última segunda-feira (05/01), o Departamento de Justiça negou qualquer envolvimento no caso.
A jornalista pediu demissão em março de 2014, após reclamar que estava perdendo espaço e não conseguia mais levar suas reportagens investigativas ao ar. Os detalhes do caso podem ser conferidos em seu livro "Stonewalled: A luta de uma Reporter for Truth contra as forças de obstrução, intimidação e assédio em Washington de Obama", lançado em novembro do mesmo ano.





