Jornalista espanhol lança livro sobre os reflexos causados pelo WikiLeaks
O jornalista espanhol Borja Bergareche lançou, na última terça-feira (13), em Madri, o livro "WikiLeaks Confidencial", que fala so
Atualizado em 14/12/2011 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista espanhol Borja Bergareche lançou, na última terça-feira (13), em Madri, o livro "WikiLeaks Confidencial", que fala sobre as mudanças nas redações jornalísticas e na forma como os governos devem conduzir suas ações, além das relações internacionais desencadeadas pela organização criada por Julian Assange. As informações são do portal .
De acordo com o autor, a obra descreve "como os jornais administram o tesouro WikiLeaks, já que a organização consegue fornecer uma gigantesca planilha de Excel com 750 mil itens, entre eles 90 mil sobre a guerra do Afeganistão e outras 350 mil sobre a guerra no Iraque".
Para compor o livro, Bergareche entrevistou os responsáveis técnicos pelos principais jornais internacionais que divulgaram documentos do WikiLeaks, como o espanhol El País e o britânico The Guardian .
Bergareche comenta que a reação dos EUA às divulgações secretas do WikiLeaks "não foram nada histéricas, não marca o final da diplomacia internacional e não forçou a retirada dos EUA do Afeganistão, como Assange pensava que ia acontecer".
"Claro que houve uma espécie de fofoca global durante meses, já que os arquivos nos ajudaram a ver melhor como se dirigem as relações internacionais. Porém, não houve um cataclismo. As baixas causadas pelo WikiLeaks se resumiram em quatro ou cinco demissões, como a dos embaixadores americanos no México e Equador", acrescenta.
Leia mais

De acordo com o autor, a obra descreve "como os jornais administram o tesouro WikiLeaks, já que a organização consegue fornecer uma gigantesca planilha de Excel com 750 mil itens, entre eles 90 mil sobre a guerra do Afeganistão e outras 350 mil sobre a guerra no Iraque".
Para compor o livro, Bergareche entrevistou os responsáveis técnicos pelos principais jornais internacionais que divulgaram documentos do WikiLeaks, como o espanhol El País e o britânico The Guardian .
Bergareche comenta que a reação dos EUA às divulgações secretas do WikiLeaks "não foram nada histéricas, não marca o final da diplomacia internacional e não forçou a retirada dos EUA do Afeganistão, como Assange pensava que ia acontecer".
"Claro que houve uma espécie de fofoca global durante meses, já que os arquivos nos ajudaram a ver melhor como se dirigem as relações internacionais. Porém, não houve um cataclismo. As baixas causadas pelo WikiLeaks se resumiram em quatro ou cinco demissões, como a dos embaixadores americanos no México e Equador", acrescenta.
Leia mais






