Jornalista equatoriano se desculpa por divulgar falsas informações sobre a Odebrecht
No último dia 27 de abril, o jornal equatoriano El Telégrafo divulgou um pedido de desculpas do jornalista Gonzalo Roser
Atualizado em 04/05/2015 às 15:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
No último dia 27 de abril, o jornal equatoriano El Telégrafo divulgou um pedido de desculpas do Gonzalo Rosero, diretor da rádio Democracia AM, à construtora Odebretch por acusações envolvendo a construção do Metrô de Quito. A carta foi escrita em troca da construtora retirar a queixa apresentada contra ele à Superintendência de Informação e Comunicação (Supercom) por "violações da Lei das Comunicações (LOC)".
Segundo a Fundamedios, Rosero prometeu não criticar a empresa ou seus funcionários "em fatos ou atos que possam afetar sua imagem, honra e integridade moral". "Peço desculpas por ter divulgado falsas acusações contra a Odebrecht em meu programa na rádio Democracia", disse. O filho do jornalista, Álvaro Rosero, afirmou que a construtora aceitou retirar a queixa.
O processo da empresa contra o jornalista foi apresentado em 13 de abril, sob acusações de violação dos artigos 23, 25 e 26 do LOC, relativos ao direito de retificação, à posição da mídia sobre questões judiciais e a divulgação de comentários falsos.
Segundo a Fundamedios, Rosero prometeu não criticar a empresa ou seus funcionários "em fatos ou atos que possam afetar sua imagem, honra e integridade moral". "Peço desculpas por ter divulgado falsas acusações contra a Odebrecht em meu programa na rádio Democracia", disse. O filho do jornalista, Álvaro Rosero, afirmou que a construtora aceitou retirar a queixa.
O processo da empresa contra o jornalista foi apresentado em 13 de abril, sob acusações de violação dos artigos 23, 25 e 26 do LOC, relativos ao direito de retificação, à posição da mídia sobre questões judiciais e a divulgação de comentários falsos.
"É evidente que o repórter disseminou uma informação fora de contexto e com informações imprecisas. Ele teve a intenção de enganar o público e conceber a ideia de que a oferta do consórcio que faz parte da Odebrecht para a construção do metrô não seria a melhor, o que é ilegal", afirma comunicado da construtora.





