Jornalista é vítima de atentado após prestar depoimento sobre fraude no interior de PE
Na última sexta-feira (18/9), a Polícia Federal informou que um jornalista que contribuiu com as investigações sobre uma suposta prática de cartel para contratar serviços de transporte escolar em prefeituras do interior de Pernambuco foi vítima de um atentado.
Atualizado em 21/09/2015 às 09:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Polícia Federal informou que um jornalista que contribuiu com as sobre uma suposta prática de cartel para contratar serviços de transporte escolar em prefeituras do interior de Pernambuco foi vítima de um atentado.
Crédito:Divulgação Jornalista sofreu atentado por denunciar fraudes em transporte escolar
De acordo com o G1, o profissional, de 59 anos, que não teve o nome revelado, está num programa de proteção à testemunha da polícia depois de ter a casa alvejada dias após prestar depoimento. O atentado ocorreu no dia 9 de junho, em frente à casa do jornalista, na cidade de Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte do estado. A informação apenas foi divulgada agora para não atrapalhar as investigações. "Ele sofreu um atentando dias depois que veio prestar informações. Então, nós achamos muito estranho isso. Ele estava sentado em frente de casa, com uma criança de colo, quando um motoqueiro passou e atirou. Ele se livrou por sorte”, disse o assessor de comunicação da PF em Pernambuco, Giovani Santoro.
Segundo ele, a Polícia Federal apurava o caso com base em denúncias anônimas antes mesmo do depoimento do jornalista, em 2014. Agora, as autoridades analisam a documentação levantada por meio de mandados.
Duas empresas são investigadas por ter recebido R$ 50 milhões, nos últimos quatro anos, verba pública do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), do Ministério da Educação. A suspeita é de que, antes da licitação, as companhias que prestariam serviço de transporte escolar às prefeituras já haviam sido selecionadas. O chefe da Controladoria-Geral da União (CGU) no estado, Victor de Souza Leão, acredita que há fortes indícios de que essas empresas operem somente como fachada.
Crédito:Divulgação Jornalista sofreu atentado por denunciar fraudes em transporte escolar
De acordo com o G1, o profissional, de 59 anos, que não teve o nome revelado, está num programa de proteção à testemunha da polícia depois de ter a casa alvejada dias após prestar depoimento. O atentado ocorreu no dia 9 de junho, em frente à casa do jornalista, na cidade de Glória do Goitá, na Zona da Mata Norte do estado. A informação apenas foi divulgada agora para não atrapalhar as investigações. "Ele sofreu um atentando dias depois que veio prestar informações. Então, nós achamos muito estranho isso. Ele estava sentado em frente de casa, com uma criança de colo, quando um motoqueiro passou e atirou. Ele se livrou por sorte”, disse o assessor de comunicação da PF em Pernambuco, Giovani Santoro.
Segundo ele, a Polícia Federal apurava o caso com base em denúncias anônimas antes mesmo do depoimento do jornalista, em 2014. Agora, as autoridades analisam a documentação levantada por meio de mandados.
Duas empresas são investigadas por ter recebido R$ 50 milhões, nos últimos quatro anos, verba pública do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), do Ministério da Educação. A suspeita é de que, antes da licitação, as companhias que prestariam serviço de transporte escolar às prefeituras já haviam sido selecionadas. O chefe da Controladoria-Geral da União (CGU) no estado, Victor de Souza Leão, acredita que há fortes indícios de que essas empresas operem somente como fachada.





