Jornalista e poeta paraibano, Orlando Tejo, morre aos 83 anos em decorrência de pneumonia

p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica} O jornalista, poeta e folclorista Orlando Tejo morreu no domingo (1º) aos 83 anos.

Atualizado em 02/07/2018 às 11:07, por Redação Portal IMPRENSA.

Orlando Tejo morreu no domingo (1º) aos 83 anos. Segundo a família, ele sofria de insuficiência pulmonar crônica e pegou uma pneumonia. O enterro está marcado para esta segunda-feira (2), às 15h, no cemitério Parque das Acácias, no bairro do José Américo, em João Pessoa (PB). As informações são do G1 e do WSCom. Crédito: Reprodução/Arquivo de família)


De acordo com sua filha, a jornalista Cristiana Tejo, morreu em casa, por volta das 3h30. Cristiana também informou que o pai sofria da doença de Alzheimer havia 15 anos.


Orlando nasceu em Campina Grande, em 1935, e morava há muitos anos no Recife. Autor do livro "Zé Limeira, o Poeta do Absurdo", que conta a história do cordelista, cantador bom de viola, mais mitológico do Brasil.


Segundo reportagem do WSCom, Orlando testemunhou ainda jovem muitos dos desafios do qual Limeira participou. Na época, ele chegou a registrar algumas gravações de voz, que não existem mais. O que conseguiu memorizar colocou no papel e editou o livro.


O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), divulgou nota de pesar no domingo.


"Quero apresentar meus sinceros sentimentos de pesar pela morte do jornalista, ensaísta e poeta Orlando Tejo. Sua longa produção intelectual expressa a importância para a cultura de Pernambuco e do Nordeste, especialmente por sua obra seminal "Zé Limeira – Poeta do Absurdo", escreveu.


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