Jornalista é morto a tiros dentro de casa em Goiás
O jornalista João Miranda do Carmo, de 54 anos, foi morto a tiros na noite do último domingo (24/7) dentro de sua casa, localizada em Santo Antônio do Descoberto, município goiano do Entorno do Distrito Federal.
Atualizado em 26/07/2016 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
de 54 anos, foi morto a tiros na noite do último domingo (24/7) dentro de sua casa, localizada em Santo Antônio do Descoberto, município goiano do Entorno do Distrito Federal. Crédito:reprodução/Facebook O jornalista mantinha o site de notícias locais SAD Sem Censura De acordo com o G1, a Polícia Militar informou que Carmo foi atingido pelos disparos depois que um carro parou na porta da residência. Testemunhas relataram que dois homens desceram, chamaram o jornalista, atiraram e fugiram.
Segundo o soldado Alisson Assis de Moraes, no Boletim de Ocorrência (BO) consta que Carmo teve ao menos sete perfurações na região do peito e que os suspeitos deixaram o local em um Fiat Palio de cor vermelha.
O jornalista mantinha o site de notícias locais , em que publicava reportagens policiais e outras envolvendo problemas da cidade, como a falta de asfalto. O enteado de Carmo afirmou que ele já havia recebido ameaças e era conhecido por seu trabalho jornalístico, o que poderia ser o motivo de sua morte.
O delegado Pablo Santos Batista, responsável pelo caso, disse que colherá depoimentos para a investigação e não descartou a possibilidade de relação do crime com o trabalho da vítima.
Segundo o soldado Alisson Assis de Moraes, no Boletim de Ocorrência (BO) consta que Carmo teve ao menos sete perfurações na região do peito e que os suspeitos deixaram o local em um Fiat Palio de cor vermelha.
O jornalista mantinha o site de notícias locais , em que publicava reportagens policiais e outras envolvendo problemas da cidade, como a falta de asfalto. O enteado de Carmo afirmou que ele já havia recebido ameaças e era conhecido por seu trabalho jornalístico, o que poderia ser o motivo de sua morte.
O delegado Pablo Santos Batista, responsável pelo caso, disse que colherá depoimentos para a investigação e não descartou a possibilidade de relação do crime com o trabalho da vítima.





