Jornalista e historiador resgata a chegada da imprensa no Brasil em trilogia
Como teria sido o primeiro contato da sociedade com os famosos prelos Stanhope, tradicionais maquinários de impressão importados no período do Brasil Colônia?
Segundo informações do jornal O Globo , o livro acompanha a trajetória da imprensa brasileira do período colonial até 1840, na Regência, destacando curiosidades, como a saga de Dom João VI para encontrar um instrutor que pudesse ensinar o funcionamento dos prelos e tipos móveis no País. Segundo Molina, o governo português enviou a Londres alguém que pudesse aprender tudo sobre os prelos Stanhope. Passados dois anos, o escolhido retornou ao Brasil, mas por um “desacordo salarial”, desistiu do trabalho e foi para Portugal.
A segunda tentativa do rei português também naufragou. O governante teria ordenado que um inglês especializado no assunto fosse trazido ao Brasil para que ensinasse uma equipe. O selecionado, entretanto, aportou no Rio de Janeiro sem falar português.
As primeiras impressões no Brasil só circulariam a partir de 1808, apesar de Portugal já conhecer a tipografia desde 1487, sendo a primeira oficina de fundição inaugurada apenas em 1859. Ainda sem data de publicação, os dois próximos livros tratarão da imprensa carioca e paulista, se estendendo até os dias atuais. Com passagens pela Editora Abril, Folha de S.Paulo e Gazeta Mercantil , o jornalista também levantará hipóteses sobre o futuro da imprensa, com destaque para a adequação ao ambiente da internet e para a opção por jornais populares.





