Jornalista é esfaqueado após negar pagamento antecipado a flanelinha no MA
Polícia ainda não identificou o homem que atacou o repórter
Atualizado em 28/01/2015 às 09:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na tarde da última segunda-feira (26/01), um jornalista foi esfaqueado após se negar a pagar R$ 2 para um flanelinha no bairro do João Paulo, em São Luís (MA). A polícia ainda não identificou o homem que atacou o repórter, que preferiu não se identificar.
Crédito:Divulgação Repórter atacado pelo flanelinha não quis se identificar
De acordo com o G1, a prática de intimidação aos motoristas é comum no local e nem sempre os guardadores cuidam dos carros como prometem. “Olhei ele dizendo que tinha que pagar. Eu falei que pagava na volta e ele retrucou. Foi aí que ele pegou uma faca e arranhou o carro. Falei para ele e ele foi logo me esfaqueando”, relatou o jornalista.
Após o ataque, a polícia fiscalizou a área e recolheu guardadores que não estavam regularizados. O delegado Joviano Furtado, da Supervisão de áreas Integradas de Segurança Pública (Saisp), informou que, caso sejam encontrados novamente em situação irregular, podem ser detidos e autuados por exercício ilegal da profissão.
Existem aproximadamente 600 guardadores cadastrados no Ministério do Trabalho em São Luís. Eles recebem uniformes e treinamento. A medida, entretanto, não controla a segurança na região.
Crédito:Divulgação Repórter atacado pelo flanelinha não quis se identificar
De acordo com o G1, a prática de intimidação aos motoristas é comum no local e nem sempre os guardadores cuidam dos carros como prometem. “Olhei ele dizendo que tinha que pagar. Eu falei que pagava na volta e ele retrucou. Foi aí que ele pegou uma faca e arranhou o carro. Falei para ele e ele foi logo me esfaqueando”, relatou o jornalista.
Após o ataque, a polícia fiscalizou a área e recolheu guardadores que não estavam regularizados. O delegado Joviano Furtado, da Supervisão de áreas Integradas de Segurança Pública (Saisp), informou que, caso sejam encontrados novamente em situação irregular, podem ser detidos e autuados por exercício ilegal da profissão.
Existem aproximadamente 600 guardadores cadastrados no Ministério do Trabalho em São Luís. Eles recebem uniformes e treinamento. A medida, entretanto, não controla a segurança na região.





