Jornalista é detido após agredir diretora de sindicato no Acre
O jornalista Assem Neto foi detido, na última terça-feira (12/7), depois de dar um soco no olho da diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Márcia Lima, durante uma confusão no local.
Atualizado em 13/07/2016 às 15:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
detido na última terça-feira (12/7) depois de dar um soco no olho da diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Márcia Lima, durante uma confusão no local. Ele foi encaminhado para a Delegacia da Mulher (Deam) e liberado duas horas depois. Crédito:Arquivo pessoal Diretora de sindicato foi agredida por jornalista
Ao G1, Márcia relatou que foi conversar com Neto sobre uma informação relacionada ao pagamento do Prêmio de Valorização de Desenvolvimento Profissional (VDP). "Ele veio super nervoso, agressivo, questionou se estávamos duvidando da matéria dele e eu disse que como dirigente sindical temos que pautar a luta sempre com a verdade”, explicou.
A diretora do Sindicato negou que tenha ofendido o jornalista. Segundo ela, Neto se exaltou e a agrediu. Ele também teria atacado um presidente do núcleo que estava no local. "Saiu me empurrando da sala, então, disse que a sala era minha e quando tentei entrar novamente ele me deu um murro com muita força no olho e bateu a porta no meu rosto”, acrescentou.
Mais tarde, o jornalista usou sua página no Facebook para comentar o caso. “Mulher barraqueira merece, SIM (sic), umas bordoadas, principalmente quando não sabe ser rejeitada e ainda chama tua (sic) mãe de puta (sic). Cultura vem de berço. Quando o bagaço (sic) se diz educadora, pior ainda. A Lei Maria da Penha pune sem observar causas e consequências. Ainda terei o prazer de ler a Lei de Proteção aos Direitos do Homem”, escreveu. E depois continuou a se defender das críticas.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista afirma não estar arrependido das agressões
A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, condenou a agressão e informou que Neto deve ser demitido. “Vamos reunir nossa diretoria e tomar as providências cabíveis. De certo não há mais como viver com esse tipo de pessoa dentro do sindicato. Ele é um excelente profissional, mas essas atitudes são reprováveis. Jamais vamos concordar com essa postura”.
Ao G1, Márcia relatou que foi conversar com Neto sobre uma informação relacionada ao pagamento do Prêmio de Valorização de Desenvolvimento Profissional (VDP). "Ele veio super nervoso, agressivo, questionou se estávamos duvidando da matéria dele e eu disse que como dirigente sindical temos que pautar a luta sempre com a verdade”, explicou.
A diretora do Sindicato negou que tenha ofendido o jornalista. Segundo ela, Neto se exaltou e a agrediu. Ele também teria atacado um presidente do núcleo que estava no local. "Saiu me empurrando da sala, então, disse que a sala era minha e quando tentei entrar novamente ele me deu um murro com muita força no olho e bateu a porta no meu rosto”, acrescentou.
Mais tarde, o jornalista usou sua página no Facebook para comentar o caso. “Mulher barraqueira merece, SIM (sic), umas bordoadas, principalmente quando não sabe ser rejeitada e ainda chama tua (sic) mãe de puta (sic). Cultura vem de berço. Quando o bagaço (sic) se diz educadora, pior ainda. A Lei Maria da Penha pune sem observar causas e consequências. Ainda terei o prazer de ler a Lei de Proteção aos Direitos do Homem”, escreveu. E depois continuou a se defender das críticas.
Crédito:Reprodução/Facebook Jornalista afirma não estar arrependido das agressões
A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, condenou a agressão e informou que Neto deve ser demitido. “Vamos reunir nossa diretoria e tomar as providências cabíveis. De certo não há mais como viver com esse tipo de pessoa dentro do sindicato. Ele é um excelente profissional, mas essas atitudes são reprováveis. Jamais vamos concordar com essa postura”.





